O percentual de famílias brasileiras com dívidas voltou a atingir 79,5% em janeiro de 2026, repetindo o maior patamar da série histórica da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), alcançado pela primeira vez em outubro de 2025. O número, apurado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e divulgado na sexta-feira, 6 representa um aumento de 0,6 ponto percentual em relação ao mês anterior. Apesar do volume recorde no endividamento, o percentual de quem está devendo o pagamento de alguma parcela recuou para 29,3%, a menor taxa desde abril do ano passado.
O presidente do Sistema CNC-Sesc-Senac, José Roberto Tadros, observa que o endividamento ter voltado ao topo deve ser visto com cautela.
“É uma variável da economia que está estreitamente relacionada à taxa de juros cobrada no Brasil, uma das maiores do mundo”, afirma Tadros.
Segundo ele, “é fundamental priorizar o equilíbrio das contas públicas, para que a política monetária possa ser flexibilizada, aliviando a carga sobre consumidores e empresas.”
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