MDB busca União Brasil para tentar barrar Lira na Câmara e minar poder do Centrão
Rafael Ribeiro vence a disputa para presidente da Casa de Oráculos
Disse Goethe "Quem supera, vence."
O vereador Rafael Ribeiro (MDB), o filho da Terra, venceu a eleição para a presidência da Casa de Oráculos para o biênio 2023-2024.
A vitória do Rafael foi construída nos bastidores, com uma ampla coalizão de Norte-Sul, Leste-Oeste.
A conquista da presidência foi uma vitória do prefeito Darci Lermen e Keniston Braga, deputado federal, que estão de olho em 2024.
Sem esquecer que nesse momento, o MDB, dos Barbalhos tem a hegemonia no Estado do Pará. E com a vitória do presidente Lula o seu poder aumentará ainda mais.
Como disse Goethe "Quem supera, vence. E o vereador Rafael superou e venceu com tranquilidade essa disputa do Trono Sagrado.
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A perfeição - Clarice Lispector
O que me tranquiliza é que tudo o que existe, existe com uma precisão absoluta.
O que for do tamanho de uma cabeça de alfinete não transborda nem uma fração de milímetro além do tamanho de uma cabeça de alfinete.
Tudo o que existe é de uma grande exatidão. Pena é que a maior parte do que existe com essa exatidão nos é tecnicamente invisível.
O bom é que a verdade chega a nós como um sentido secreto das coisas.
Nós terminamos adivinhando, confusos,
a perfeição.
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Flamengo aguarda virada do ano para avançar por Rossi e conversar com o Boca
Os contratos entre clube e jogador começaram no início de 2022, mas a dificuldade imposta pelo Boca para liberação fez com que o Flamengo avançasse mais rapidamente por Santos. O desejo mútuo ficou explícito e a proximidade do fim do vínculo com os argentinos fez com que as conversas retomassem. O jornalista Mauro Cezar Pereira foi quem noticiou primeiramente a negociação.
Flamengo e Rossi tomam cuidado para que as conversas não configurem aliciamento por conta do contrato em vigor com o Boca até junho de 2023. Há pendências nas questões financeiras, mas otimismo e confiança em um acordo rápido após a virada do ano.
A partir do dia 1º de janeiro, Rossi, que já comunicou que não renovará seu vínculo, está apto a assinar pré-contrato com o Flamengo. Dado esse passo, o previsto é que os clubes iniciem negociação pela liberação imediata com a participação do jogador nas conversas.
Apesar de ciente da proximidade entre Rossi e Flamengo, o Boca segue calado à espera de uma movimentação oficial, o que só vai acontecer em janeiro. Inicialmente, os rubro-negros pensam em tentar a liberação mediante a economia que os argentinos vão fazer com seis meses a menos de contrato com Rossi, mas não está descartado o pagamento de uma quantia.
Caso o Boca bata o pé, o Flamengo avalia a possibilidade de esperar pelo goleiro até o meio do ano. A prioridade, no entanto, é a liberação imediata para as disputas da Supercopa, Recopa, Mundial de Clubes e Carioca no primeiro semestre.
Com a saída de Diego Alves, o Flamengo terá quatro goleiros com contrato na virada do ano: Santos, Hugo (que deve ser negociado), Matheus Cunha e o jovem Cauã.
Xandão foi o grande vencedor dessa guerra
Igrejas que apostaram em vitória de Bolsonaro enfrentam 'fraturas'
No último dia 30, o pastor Silas Malafaia, da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, orou pelo presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Já o bispo Edir Macedo, líder da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) e proprietário da TV Record, usou as redes sociais na última quinta-feira para pedir que a população perdoasse Lula. Ambos são grandes líderes de denominações evangélicas que, ao longo da campanha, estiveram na linha de ataque contra a candidatura do petista.
Outros líderes, como o pastor Apóstolo Valdemiro Santiago, da Igreja Mundial do Poder de Deus, optaram, até o momento, pelo silêncio. Não patrocinaram os movimentos golpistas de alguns apoiadores inconformados com a derrota do presidente Jair Bolsonaro (PL), mas também não saudaram a vitória do presidente eleito.
É esse silêncio, ao menos nos assuntos mundanos da política, que se observa em templos evangélicos de todo o país. Com estratégia baseada em uma teologia de guerra santa, na qual Bolsonaro seria o ungido por Deus, e Lula a representação do mal, gerou-se a satanização, tanto do adversário, como até mesmo do 'irmão' que discordava da orientação política do pastor. Agora, com a 'vontade de Deus' pela eleição do petista, há um dilema teológico entre os fiéis.
É o que observa o antropólogo e pesquisador da temática, professor da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Ronaldo de Almeida. "Você vai nas igrejas, e eles não sabem como explicar para o fiel como o Deus que está no comando escolheu Lula e não Bolsonaro. É uma igreja que sai fraturada, que já saiu fraturada em 2018, e agora mais ainda, pois jogaram todas as fichas na eleição do Bolsonaro", aponta o professor.
Apesar de afirmar que irá orar pelo presidente e que respeita o resultado das urnas, Malafaia chegou a dizer que deseja distância de Lula e seu governo. Já o bispo Edir Macedo foi mais cauteloso, escolheu o genro, pastor Renato Cardoso, para falar mal do presidente eleito. Sua única declaração a respeito do resultado após o segundo turno eleitoral foi sobre o perdão ao presidente eleito, aceitar o resultado e "bola para frente". "É um movimento esperado das grandes denominações evangélicas que sempre "são governo"", avalia Almeida.
A presidente do PT, deputada Gleisi Hoffmann (PR), afirmou que dispensa o perdão de Edir Macedo. "Ele é quem precisa pedir perdão a Deus pelas mentiras que propagou", retrucou a parlamentar. O bispo, em réplica, afirmou "não dever nada nem a Lula nem a Bolsonaro". Mas Almeida lembra que a IURD e a Record foram privilegiadas, tanto nos governos de Lula, quanto de Bolsonaro. Ainda no governo Lula a diplomacia brasileira foi atuante para atender os interesses da IURD em Angola, país onde hoje a igreja enfrenta problemas com o governo. Já no governo Bolsonaro a verba publicitária, antes concentrada na TV Globo, migrou em grande parte para o SBT e para a TV Record do bispo.
Almeida aposta que tanto Macedo quanto Malafaia devem voltar a se aproximar do governo petista. "Essa característica governista das corporações da fé está ligada aos interesses particulares de cada igreja", completa o antropólogo.