Hugo Motta condiciona apoio a Lula a acordos e agenda para a Paraíba

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou que ainda não tomou posição sobre um eventual apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo ele, qualquer decisão estará vinculada a sinais concretos do governo federal e à construção de uma agenda política que contemple as prioridades da Paraíba. 

A declaração foi feita na noite desta segunda-feira (12/1), em João Pessoa, durante um evento que contou com a presença do ministro do Turismo, Gustavo Feliciano. Na ocasião, foi anunciado o apoio do governo federal às festividades carnavalescas da capital paraibana. 

Motta destacou que alianças políticas são fruto de diálogo e de compromissos mútuos. Para o deputado, o apoio a um projeto nacional precisa estar alinhado às necessidades do estado e às parcerias já estabelecidas no plano local.

“A política se constrói com reciprocidade. Nós temos que nessa construção política entender o que vamos ter de apoios e de gestos para decidir quem vamos apoiar”, disse. 

O presidente da Câmara ressaltou ainda que a definição não depende apenas do Palácio do Planalto, mas também do posicionamento do Partido dos Trabalhadores e das articulações regionais do Republicanos. Ele citou a relação política mantida com o governador João Azevêdo e com o vice-governador Lucas Ribeiro como parte desse processo de construção.

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Minuto Finanças _ Ano novo não anula relação mal resolvida com dinheire

Começa janeiro, e como todos os anos as redes se enchem de promessas: "este ano vai ser diferente", "agora vai!", "mudanças radicais".

Mas ano novo não muda comportamento. Muda calendário. O que realmente muda ou permanece é a nossa consciência, emocional, financeira e de quem acreditamos ser.

Quando pessoas que cresceram na escassez passam a ter acesso ao dinheiro, o consumo muitas vezes surge como compensação. Comprar deixa de ser escolha e vira resposta emocional ao que faltou no passado. Sem educação financeira, essa transição costuma levar ao consumo sem critério, não por descontrole, mas por falta de repertório.

Pesquisas mostram que 55% dos brasileiros afirmam ter pouco ou nenhum conhecimento em educação financeira, apesar de reconhecerem sua importância (Pesquisa Febraban de Educação Financeira, 2023). Outros levantamentos indicam que uma parcela significativa da população não consegue organizar um orçamento doméstico básico nem acompanhar receitas e despesas com clareza (Pesquisa Onze/Estadão, 2023).

Ano novo não resolve, mas consciência transforma.

Talvez este não seja o ano de ganhar mais. Talvez seja o ano de se relacionar melhor com o dinheiro que já existe na sua vida. E essa virada, a mais importante de todas, nenhum calendário faz sozinho. Ela exige o exercício da consciência.

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Com Michelle, PL passa PSD e vira 2ª sigla que mais gasta com ala feminina

 

Quase três anos após a chegada da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro ao comando do PL Mulher, em março de 2023, o partido se tornou a 2ª legenda entre as maiores siglas do Congresso que mais gasta com sua ala feminina —atrás apenas do Republicanos. Os dados foram retirados da prestação de contas dos partidos ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

Orçamento do PL Mulher saltou de 0,5% dos gastos do partido em 2022 para 8% em 2025. No ano passado, a sigla gastou R$ 14 milhões com sua ala feminina, criada para "aumentar o número de filiadas, identificar candidatas com potencial de eleição e apoiá-las para que tenham sucesso", segundo site oficial.

Ultrapassado pelo PL Mulher, PSD Mulher representou 6% das despesas da sigla em 2025, com R$ 4,3 milhões em gastos. O percentual é igual ao do movimento Mulheres Progressistas, do PP. Em 2024, alas femininas representavam 1% dos gastos de PL e PSD. Diferentemente do PL, o PSD Mulher é menos conservador.



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Governo aposta em pautas sociais para driblar o Centrão

 


Em seu último ano, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva enfrenta um ambiente político desafiador, marcado por um Congresso hostil, disputas por narrativas e a necessidade de negociações complexas com o Centrão para aprovar pautas estratégicas. Depois de vitórias econômicas nos três primeiros anos de gestão, como a aprovação da reforma tributária e a isenção do Imposto de Renda (IR), o foco do Planalto se volta, agora, para o campo trabalhista, tentando reforçar a base eleitoral e consolidar a imagem de governabilidade.

Nas últimas semanas de dezembro, Lula indicou em seus discursos qual será a direção do governo na reta final antes das eleições. Entre os projetos prioritários estão a regulamentação dos trabalhadores por aplicativo, principalmente entregadores, e o fim da escala 6x1.

Para o cientista político Lucas Fernandes, a deterioração da relação de Lula com o Congresso ocorreu de maneira diferenciada nas duas casas. Na Câmara, houve uma ruptura do Hugo Motta com o líder do PT, Lindbergh, contaminando a relação do Planalto com a Casa. No Senado, a indicação de Messias desagradou Davi Alcolumbre, não apenas pelo nome, mas pelo modo como a indicação ocorreu — segundo Fernandes, Alcolumbre teria sido avisado pelas redes sociais, sem receber um telefonema de Lula, sendo que o candidato preferido dele era Rodrigo Pacheco. "É um momento bastante tenso, e o governo precisa colocar o time de elite em campo para tentar reconstruir pontes", destaca Fernandes.



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"Missão de honra": O plano da oposição para voltar com a dosimetria

 

A oposição ao governo Lula transformou o veto integral ao projeto de lei da Dosimetria em seu principal instrumento de pressão política para a retomada dos trabalhos do Congresso. Nos corredores da Câmara e do Senado, o clima é de mobilização permanente. Líderes de partidos como PL, Republicanos e setores do Centrão já tratam a derrubada do veto como uma "missão de honra" para marcar o início do ano legislativo e impor uma derrota simbólica ao Planalto.

Segundo parlamentares que participam das conversas reservadas, a reação não foi improvisada. Desde dezembro, quando o Palácio do Planalto deixou claro que barraria o texto, dirigentes da oposição passaram a mapear votos e a alinhar discursos. "A gente já sabia que Lula ia vetar. Isso foi conversado dentro das bancadas ainda antes do recesso. A ordem agora é pressionar para votar o quanto antes e derrubar tudo", afirmou um deputado do PL envolvido diretamente nas articulações.

Nos bastidores, a avaliação é de que o governo escolheu deliberadamente elevar a tensão com o Congresso ao vetar um projeto que teve amplo apoio parlamentar. Para lideranças oposicionistas, o Planalto desconsiderou acordos políticos e ignorou a correlação de forças no Legislativo. "O recado foi claro: o governo não quer dividir poder, quer impor sua narrativa. Isso vai custar caro", afirmou.



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Desmatamento cai na Amazônia e no Cerrado

 

O Brasil encerrou 2025 com redução nos alertas de desmatamento na Amazônia e no Cerrado, segundo dados divulgadosontem pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Os números são do sistema Deter, utilizado como instrumento de monitoramento contínuo para orientar ações de fiscalização do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e de outros órgãos. Na Amazônia, a área sob alerta somou 3.817 km² no ano passado, uma queda de 8,7% em relação a 2024 e o menor índice registrado em oito anos. No Cerrado, foram 5.369 km², o que representa uma retração de 9% na comparação anual e o patamar mais baixo desde 2021.

Apesar do recuo, o impacto permanece expressivo. Juntos, os dois biomas perderam 9.186km² de cobertura vegetal em 2025, área equivalente a cerca de seis vezes o território da cidade de São Paulo. Este foi o segundo ano consecutivo de queda simultânea, após um ciclo de alta que atingiu níveis superiores a 10 mil km² em 2022. Em 2023, os alertas na Amazônia haviam sido reduzidos pela metade, enquanto em 2024 a retração foi de 19%, o que sinaliza desaceleração no ritmo de diminuição.

Em nota, o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMAMC) associa parte dessa desaceleração observada ao longo de 2024 à seca extrema e ao avanço de incêndios florestais, que elevaram os indicadores de degradação. Ainda assim, a pasta sustenta que a trajetória segue descendente.

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Inflação fecha 2025 em 4,26%, melhor resultado desde 2018

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), indicador oficial da inflação no país, registrou alta de 0,33% em dezembro. De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgados nesta sexta-feira (9/1), o avanço levou a inflação acumulada de 2025 a 4,26%.

Com esse resultado, o índice fechou o ano dentro do teto da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), fixada em 3%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo, intervalo que permite variação entre 1,5% e 4,5%. 

O desempenho de 2025 foi fortemente influenciado pelo grupo Habitação, que passou de uma variação de 3,06% em 2024 para 6,79% neste ano, exercendo o maior impacto no índice acumulado, de 1,02 ponto percentual. Na sequência, destacaram-se Educação, com alta de 6,22% e impacto de 0,37 p.p.; Despesas pessoais, que subiram 5,87% e contribuíram com 0,60 p.p.; e Saúde e cuidados pessoais, com variação de 5,59% e impacto de 0,75 p.p. Juntos, esses quatro grupos responderam por cerca de 64% da inflação do ano. 

Segundo o gerente da pesquisa do IBGE, Fernando Gonçalves, o resultado anual de 2025 ocupa posição de destaque na série histórica. “Esse é o quinto menor resultado da série desde o plano Real, ou seja, nos últimos 31 anos. Antes dele, temos 1998 (1,65%), 2017 (2,95%), 2006 (3,14%) e 2018 (3,75%)”, afirmou.

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Lula e Alcolumbre se reúnem e caminho de Messias ao STF 'está pacificado'

Lula e Davi Alcolumbre se reuniram pouco antes do Natal no Palácio da Alvorada. 

Segundo o anfitrião do encontro, acertaram os ponteiros, que andavam desregulados basicamente por causa da indicação para a vaga ao STF: Lula escolheu Jorge Messias; Alcolumbre batia o pé pela nomeação de Rodrigo Pacheco. 

Depois da conversa, Lula disse a um interlocutor, parecendo aliviado: — O caminho do Messias está pacificado. 

Não se sabe ainda que cargos foram incluídos na negociação. A indicação do mais do que polêmico Otto Lobo para a presidência da CVM, passando por cima de Fernando Haddad e causando espanto na Faria Lima por causa do currículo, foi atribuída pelo entorno de Lula a Alcolumbre — o que ele negou ontem a vários parlamentares. De fato, a indicação de Lobo tem vários padrinhos, uma lista que vai de Joesley Batista a Rui Costa, passando por Guido Mantega.

Jaques Wagner, em entrevista ontem, disse que Lula e Alcolumbre ainda não teriam fechado uma negociação em torno de Messias, mas que acreditava que o chefe da AGU terá os votos suficientes para ser aprovado no plenário do Senado.

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Você Sabia?

Levantamento dos Cartórios de Registro Civil do Brasil mostra que as mulheres adotaram o sobrenome do marido em 39,7% dos casamentos em 2024, o menor patamar da série histórica; em 2003, o índice ficou acima de 49%.




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Educação _ Vergonhoso o reajuste de R$ 18,10

Sem consenso entre estados, municípios e representantes dos professores, o MEC deve oficializar um reajuste de 0,37%, bem abaixo da inflação, no piso salarial dos educadores para 2026. Hoje, o piso dos professores da educação básica com jornada de 40 horas semanais é de R$ 4.867,77.

O aumento de 0,37% corresponde a R$ 18,10, vergonhoso. Como a inflação oficial (IPCA) acumulada em 2025 deve fechar em 4,4%, de acordo com previsão do Banco Central, o reajuste de 0,37% não reporia nem mesmo as perdas com a alta dos preços. O MEC (Ministério da Educação) tem até 31 de janeiro para bater o martelo.

Lula pode enfrentar problemas com gestores públicos ou prejuízo eleitoral. A avaliação de secretários da oposição e da base é que oficializar um reajuste de apenas 0,37% poderia impactar negativamente a imagem do presidente, que deve tentar a reeleição. Grande parte da população, afirmam, não sabe que o valor não parte de uma decisão presidencial, mas de uma conta definida em lei.

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Pesquisa revela: mulheres votam mais na esquerda, homens, na direita

Felipe Nunes, cientista político e sócio-fundador da agência de pesquisa Quaest, fez uma análise um tanto reveladora sobre a relação entre voto, comportamento e gênero no Brasil mas que, segundo ele, acontece no mundo todo, neste momento: a análise de dados mostram que as mulheres estão votando mais na esquerda e os homens, na direita. Ou seja, quanto mais elas mostram tendências progressistas, mais eles apertam no conservadorismo. 

Já na geração ponto.com, os nascidos depois de 2.000, o cenário é bem diferente: entre meninos e meninas as diferenças não aparecem tanto e há menos espaço para visões discriminatórias. 

Pode estar exatamente nesta geração a chave de uma virada de comportamento que traria mudanças significativas para a sociedade: mais equidade, em tudo.  

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Dia do Leitor: 8 livros essenciais para estudantes do Ensino Médio

O Dia do Leitor, celebrado em 7 de janeiro, reforça a importância da leitura no desenvolvimento pessoal e no aprendizado contínuo. Estudos mostram que o hábito de ler não apenas amplia o vocabulário e fortalece a escrita, mas também contribui para o pensamento crítico e a criatividade.

Segundo dados da pesquisa Reading at Risk, do National Endowment for the Arts (NEA), nos Estados Unidos, o percentual de adultos jovens entre 18 e 24 anos que leem por prazer caiu de 51% em 1982 para 29% em 2008, evidenciando a necessidade de ações que incentivem a prática da leitura.

Com o intuito de auxiliar os estudantes do Ensino Médio que querem aproveitar as férias para ler e começar a se preparar para os vestibulares de 2026, Thiago Braga e Ana Flávia dos Reis sugerem oito obras literárias. Confira! 


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Um ano melhor, é o que esperam 85% dos brasileiros

Otimistas, 85% dos brasileiros acreditam que 2026 será um ano financeiramente melhor que 2025, e 78% acreditam que conseguirão realizar os sonhos que ficaram pendentes no ano anterior. Os dados são da pesquisa “Perspectivas para 2026”, realizada pela Serasa em parceria com o Instituto Opinion Box

Os percentuais são ainda maiores que de pesquisa realizada no final de 2025 pelo Datafolha, que mostrou que 69% dos entrevistados esperam que a situação pessoal vai melhorar este ano; na passagem de 2024 para 2025, esta era a expectativa de 60%.

Quando questionados pela Serasa sobre como definiriam o último ano, as principais palavras mencionadas foram planejamento (21%), preocupação (18%) e organização (18%).

Para 2026, os consumidores já começam a planejar as finanças: 92% declaram que estão se organizando para alcançar maior tranquilidade financeira. Entre as principais ações, 34% dizem estar pagando dívidas existentes, 33% reduzindo os gastos do dia a dia, e 31% definindo metas para economizar. Além disso, quase 8 em cada 10 brasileiros afirmam que buscarão educação financeira para melhorar sua qualidade de vida em 2026, segundo a pesquisa Serasa/Opinion Box.

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Os ministros Ricardo Lewandowski e Fernando Haddad querem entregar os ministérios

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) volta a Brasília e terá de pensar imediatamente em trocas de ministros. 

Dois querem sair já. O ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, conversou com Lula no fim do ano passado e sinalizou que desejaria deixar o ministério ainda em janeiro, de preferência até o fim desta semana. Fernando Haddad quer sair até fevereiro. 

Integrantes do Ministério da Justiça afirmam que, na virada do ano, Lewandowski sinalizou que quer antecipar a saída. E deixar a pasta até o fim desta semana, na sexta-feira (9). 

Entre técnicos da pasta, há os que defendam a permanência do ministro até a aprovação da "PEC da Segurança Pública". A proposta ainda precisa passar pelo plenário da Câmara e pelo Senado. 

Já Fernando Haddad também conversou com Lula sobre seu desejo de deixar o Ministério da Fazenda neste início de ano, mas sinalizou que poderia ficar até o final de fevereiro. 

Na Fazenda, a tendência é de o secretário-executivo, Dario Durigan, ficar no comando da pasta.

O interesse do ministro seria atuar na coordenação da campanha de reeleição de Lula à presidência. Os planos do PT -- e de Lula -- para ele são outros: uma candidatura ao governo de São Paulo ou ao Senado.

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Presidente interina da Venezuela convida governo dos EUA a fortalecer 'coexistência comunitária duradoura'

A presidente interina da VenezuelaDelcy Rodríguez, declarou na noite deste domingo que tem como prioridade estabelecer uma relação "equilibrada e respeitosa" com os Estados Unidos, um dia após o ataque americano a Caracas e a captura do presidente Nicolás Maduro. Nas redes sociais, Rodriguez publicou uma mensagem direta ao presidente americano, Donald Trump, e reforçou seu apelo pela paz no país sul-americano.

"Consideramos prioritário avançar rumo a uma relação internacional equilibrada e respeitosa entre os EUA e a Venezuela, e entre a Venezuela e os países da região, baseada na igualdade soberana e na não interferência. Esses princípios norteiam nossa diplomacia com o resto do mundo", escreveu Rodríguez em uma publicação nas redes sociais. "Estendemos um convite ao governo dos EUA para trabalharmos juntos em uma agenda de cooperação, orientada para o desenvolvimento compartilhado, dentro da estrutura do direito internacional, e para fortalecer a coexistência comunitária duradoura". 

Em declaração a repórteres quase simultaneamente à postagem da líder venezuelana, Trump insistiu que os Estados Unidos estão "no comando" da Venezuela após a prisão de Maduro e enquanto dialoga com a nova liderança do governo venezuelano. 

— Estamos lidando com as pessoas que acabaram de assumir o cargo. Não me perguntem quem está no comando, porque eu darei uma resposta muito controversa — disse Trump a repórteres a bordo do Air Force One, quando questionado se havia conversado com a presidente interina Delcy Rodríguez.



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Após ataque à Venezuela, Trump diz que uma nova operação militar, contra a Colômbia, 'soa bem'

Após a ofensiva dos Estados Unidos contra a Venezuela, que resultou na captura de Nicolás Maduro, o presidente Donald Trump afirmou que uma nova operação militar, dessa vez contra a Colômbia, "soa bem" para ele. 

O republicano declarou que o país é governado por "um homem doente", em uma crítica direta a Gustavo Petro, o primeiro presidente de esquerda do país. Em outubro de 2025, o governo Trump aplicou sanções contra o líder colombiano.

“A Colômbia também está muito doente, governada por um homem doente, que gosta de produzir cocaína e vendê-la aos Estados Unidos — e não vai continuar fazendo isso por muito tempo", disse, a bordo do Air Force One, a aeronave oficial, na noite deste domingo (4).

Questionado por jornalistas sobre a possibilidade de os EUA levarem adiante uma operação militar contra o país, Trump respondeu: “Soa bem para mim”.

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