Hugo Motta condiciona apoio a Lula a acordos e agenda para a Paraíba
Minuto Finanças _ Ano novo não anula relação mal resolvida com dinheire
Com Michelle, PL passa PSD e vira 2ª sigla que mais gasta com ala feminina
Quase três anos após a chegada da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro ao comando do PL Mulher, em março de 2023, o partido se tornou a 2ª legenda entre as maiores siglas do Congresso que mais gasta com sua ala feminina —atrás apenas do Republicanos. Os dados foram retirados da prestação de contas dos partidos ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral).
Orçamento do PL Mulher saltou de 0,5% dos gastos do partido em 2022 para 8% em 2025. No ano passado, a sigla gastou R$ 14 milhões com sua ala feminina, criada para "aumentar o número de filiadas, identificar candidatas com potencial de eleição e apoiá-las para que tenham sucesso", segundo site oficial.
Ultrapassado pelo PL Mulher, PSD Mulher representou 6% das despesas da sigla em 2025, com R$ 4,3 milhões em gastos. O percentual é igual ao do movimento Mulheres Progressistas, do PP. Em 2024, alas femininas representavam 1% dos gastos de PL e PSD. Diferentemente do PL, o PSD Mulher é menos conservador.
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Governo aposta em pautas sociais para driblar o Centrão
Nas últimas semanas de dezembro, Lula indicou em seus discursos qual será a direção do governo na reta final antes das eleições. Entre os projetos prioritários estão a regulamentação dos trabalhadores por aplicativo, principalmente entregadores, e o fim da escala 6x1.
Para o cientista político Lucas Fernandes, a deterioração da relação de Lula com o Congresso ocorreu de maneira diferenciada nas duas casas. Na Câmara, houve uma ruptura do Hugo Motta com o líder do PT, Lindbergh, contaminando a relação do Planalto com a Casa. No Senado, a indicação de Messias desagradou Davi Alcolumbre, não apenas pelo nome, mas pelo modo como a indicação ocorreu — segundo Fernandes, Alcolumbre teria sido avisado pelas redes sociais, sem receber um telefonema de Lula, sendo que o candidato preferido dele era Rodrigo Pacheco. "É um momento bastante tenso, e o governo precisa colocar o time de elite em campo para tentar reconstruir pontes", destaca Fernandes.
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"Missão de honra": O plano da oposição para voltar com a dosimetria
A oposição ao governo Lula transformou o veto integral ao projeto de lei da Dosimetria em seu principal instrumento de pressão política para a retomada dos trabalhos do Congresso. Nos corredores da Câmara e do Senado, o clima é de mobilização permanente. Líderes de partidos como PL, Republicanos e setores do Centrão já tratam a derrubada do veto como uma "missão de honra" para marcar o início do ano legislativo e impor uma derrota simbólica ao Planalto.
Segundo parlamentares que participam das conversas reservadas, a reação não foi improvisada. Desde dezembro, quando o Palácio do Planalto deixou claro que barraria o texto, dirigentes da oposição passaram a mapear votos e a alinhar discursos. "A gente já sabia que Lula ia vetar. Isso foi conversado dentro das bancadas ainda antes do recesso. A ordem agora é pressionar para votar o quanto antes e derrubar tudo", afirmou um deputado do PL envolvido diretamente nas articulações.
Nos bastidores, a avaliação é de que o governo escolheu deliberadamente elevar a tensão com o Congresso ao vetar um projeto que teve amplo apoio parlamentar. Para lideranças oposicionistas, o Planalto desconsiderou acordos políticos e ignorou a correlação de forças no Legislativo. "O recado foi claro: o governo não quer dividir poder, quer impor sua narrativa. Isso vai custar caro", afirmou.
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Desmatamento cai na Amazônia e no Cerrado
O Brasil encerrou 2025 com redução nos alertas de desmatamento na Amazônia e no Cerrado, segundo dados divulgadosontem pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Os números são do sistema Deter, utilizado como instrumento de monitoramento contínuo para orientar ações de fiscalização do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e de outros órgãos. Na Amazônia, a área sob alerta somou 3.817 km² no ano passado, uma queda de 8,7% em relação a 2024 e o menor índice registrado em oito anos. No Cerrado, foram 5.369 km², o que representa uma retração de 9% na comparação anual e o patamar mais baixo desde 2021.
Apesar do recuo, o impacto permanece expressivo. Juntos, os dois biomas perderam 9.186km² de cobertura vegetal em 2025, área equivalente a cerca de seis vezes o território da cidade de São Paulo. Este foi o segundo ano consecutivo de queda simultânea, após um ciclo de alta que atingiu níveis superiores a 10 mil km² em 2022. Em 2023, os alertas na Amazônia haviam sido reduzidos pela metade, enquanto em 2024 a retração foi de 19%, o que sinaliza desaceleração no ritmo de diminuição.
Em nota, o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMAMC) associa parte dessa desaceleração observada ao longo de 2024 à seca extrema e ao avanço de incêndios florestais, que elevaram os indicadores de degradação. Ainda assim, a pasta sustenta que a trajetória segue descendente.
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Inflação fecha 2025 em 4,26%, melhor resultado desde 2018
Com esse resultado, o índice fechou o ano dentro do teto da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), fixada em 3%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo, intervalo que permite variação entre 1,5% e 4,5%.
O desempenho de 2025 foi fortemente influenciado pelo grupo Habitação, que passou de uma variação de 3,06% em 2024 para 6,79% neste ano, exercendo o maior impacto no índice acumulado, de 1,02 ponto percentual. Na sequência, destacaram-se Educação, com alta de 6,22% e impacto de 0,37 p.p.; Despesas pessoais, que subiram 5,87% e contribuíram com 0,60 p.p.; e Saúde e cuidados pessoais, com variação de 5,59% e impacto de 0,75 p.p. Juntos, esses quatro grupos responderam por cerca de 64% da inflação do ano.
Segundo o gerente da pesquisa do IBGE, Fernando Gonçalves, o resultado anual de 2025 ocupa posição de destaque na série histórica. “Esse é o quinto menor resultado da série desde o plano Real, ou seja, nos últimos 31 anos. Antes dele, temos 1998 (1,65%), 2017 (2,95%), 2006 (3,14%) e 2018 (3,75%)”, afirmou.
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Lula e Alcolumbre se reúnem e caminho de Messias ao STF 'está pacificado'
Você Sabia?
Educação _ Vergonhoso o reajuste de R$ 18,10
Pesquisa revela: mulheres votam mais na esquerda, homens, na direita
Já na geração ponto.com, os nascidos depois de 2.000, o cenário é bem diferente: entre meninos e meninas as diferenças não aparecem tanto e há menos espaço para visões discriminatórias.
Pode estar exatamente nesta geração a chave de uma virada de comportamento que traria mudanças significativas para a sociedade: mais equidade, em tudo.
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Dia do Leitor: 8 livros essenciais para estudantes do Ensino Médio
Um ano melhor, é o que esperam 85% dos brasileiros
Otimistas, 85% dos brasileiros acreditam que 2026 será um ano financeiramente melhor que 2025, e 78% acreditam que conseguirão realizar os sonhos que ficaram pendentes no ano anterior. Os dados são da pesquisa “Perspectivas para 2026”, realizada pela Serasa em parceria com o Instituto Opinion Box
Os percentuais são ainda maiores que de pesquisa realizada no final de 2025 pelo Datafolha, que mostrou que 69% dos entrevistados esperam que a situação pessoal vai melhorar este ano; na passagem de 2024 para 2025, esta era a expectativa de 60%.
Quando questionados pela Serasa sobre como definiriam o último ano, as principais palavras mencionadas foram planejamento (21%), preocupação (18%) e organização (18%).
Para 2026, os consumidores já começam a planejar as finanças: 92% declaram que estão se organizando para alcançar maior tranquilidade financeira. Entre as principais ações, 34% dizem estar pagando dívidas existentes, 33% reduzindo os gastos do dia a dia, e 31% definindo metas para economizar. Além disso, quase 8 em cada 10 brasileiros afirmam que buscarão educação financeira para melhorar sua qualidade de vida em 2026, segundo a pesquisa Serasa/Opinion Box.
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Os ministros Ricardo Lewandowski e Fernando Haddad querem entregar os ministérios
Presidente interina da Venezuela convida governo dos EUA a fortalecer 'coexistência comunitária duradoura'
Após ataque à Venezuela, Trump diz que uma nova operação militar, contra a Colômbia, 'soa bem'
Após a ofensiva dos Estados Unidos contra a Venezuela, que resultou na captura de Nicolás Maduro, o presidente Donald Trump afirmou que uma nova operação militar, dessa vez contra a Colômbia, "soa bem" para ele.
O republicano declarou que o país é governado por "um homem doente", em uma crítica direta a Gustavo Petro, o primeiro presidente de esquerda do país. Em outubro de 2025, o governo Trump aplicou sanções contra o líder colombiano.
“A Colômbia também está muito doente, governada por um homem doente, que gosta de produzir cocaína e vendê-la aos Estados Unidos — e não vai continuar fazendo isso por muito tempo", disse, a bordo do Air Force One, a aeronave oficial, na noite deste domingo (4).
Questionado por jornalistas sobre a possibilidade de os EUA levarem adiante uma operação militar contra o país, Trump respondeu: “Soa bem para mim”.
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