Há quase um ano, Jair Bolsonaro indicou da cadeia o nome do primogênito para sucedê-lo na Presidência da República, fechando as portas para que novos nomes entrassem na corrida. À época, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), era apontado como o nome preferencial de partidos de centro e de figurões do mercado.
A derrota de Flávio Bolsonaro nas urnas e a fuga dele do país em meio a investigações no STF (Supremo Tribunal Federal) são tratadas como a saída de cena do último nome da família com relevância nacional. O pai está condenado a 27 anos e três meses de prisão. Eduardo Bolsonaro também está nos Estados Unidos e já foi condenado por coação pela Corte, o que indica que ele será preso caso retorne ao Brasil.
Enquanto isso, novas lideranças dentro e fora do PL ganham força na direita. Um senador recém-eleito afirmou que Flávio "não é o principal líder da legenda" e que "o poder não deixa vácuo", indicando que outros nomes devem ascender naturalmente.
Outro aliado histórico de Jair Bolsonaro afirmou que a situação da família tende a promover a "valdemarização" da legenda, em referência a uma possível retomada de influência de Valdemar Costa Neto, presidente do PL. Um nome que pode ganhar mais força, por exemplo, é o de um aliado de Valdemar, o senador eleito André do Prado (PL-SP). Atual presidente da Alesp (Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo), ele foi alçado ao Senado numa cadeira que antes era articulada para Eduardo Bolsonaro.
Vida que segue...
Siga o blog pelo insta professor_aldery
Nenhum comentário:
Postar um comentário