Leite critica opção do PSD por Caiado: 'Mantém polarização radicalizada'
PSDB cresce na janela de transferência partidária
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Brasil cada vez mais preso à polarização
A semana foi marcada por movimentos políticos, com vistas à eleição, que indicam como os atores estão se preparando para a hora da verdade com o eleitor. O episódio que mais chamou a atenção foi a desistência do governador Ratinho Jr., o mais bem pontuado do PSD nas pesquisas eleitorais, de concorrer à Presidência da República. No âmbito da legenda, restou aos governadores Ronaldo Caiado ou Eduardo Leite se apresentarem como candidatura alternativa à eterna polarização que, mais uma vez, desenha-se para as urnas em outubro.
Se há alguns meses falava-se que a direita brasileira despontava com projetos distintos do bolsonarismo, a corrida eleitoral caminha, cada vez mais, para um duelo entre Flávio Bolsonaro e Luiz Inácio Lula da Silva. Entre uma reedição do bolsonarismo e a continuidade de um quarto mandato petista, a pergunta que se faz é quando — e se — o país será capaz de trilhar um caminho diverso, com significativos avanços políticos e econômicos.
É verdade que o Brasil escapou de uma ruptura democrática em 2022, e o Supremo Tribunal Federal puniu de forma rigorosa aqueles que rejeitam a ordem constitucional. Mas a crise de credibilidade da Corte, o corporativismo do Congresso, a fadiga de material do lulopetismo e os entraves econômicos não trazem bons augúrios. O país precisa inovar na política em 2026, ou corre o risco de caminhar em círculos.
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Vagner Love se despede do futebol
“PT envelheceu internamente e precisa se revigorar”
O PT foi a maior esperança da esquerda brasileira – e talvez mundial, em um momento de esgotamento da esquerda tradicional. Depois de mais de duas décadas de existência, desembocou no governo Lula que, medido pela imagem ideológica que o partido tinha na sua fundação ou que exibiu na sua primeira década de vida, seria irreconhecível.
Não se trata agora de fazer uma breve história do partido e saber onde aquele fio original foi cortado e outro perfil foi se desenhando. Certamente ele tem a ver com a projeção da imagem de Lula, por cima e, de certa forma, de maneira independente do partido. Trata-se agora de tentar entender a situação em que se encontra o partido – paradoxalmente com um perfil político extremamente baixo, quando Lula exibe níveis recordes de apoio, de quase 60%. Em suma, o sucesso do governo não é o sucesso do PT.
Porque o impulso inicial, o que deu vida ao PT e desembocou no governo Lula, se esgotou. O dinamismo, a referência hoje está no governo e não no PT. Este precisa revigorar-se social e ideologicamente, para voltar a desempenhar um papel importante no campo político e ideológico do país, que tem na conjuntura já aberta da sucessão presidencial a maior das suas batalhas contemporâneas. É uma nova grande possibilidade para o PT, onde se disputa o futuro do Brasil na primeira metade do século – na consolidação, correção de rumos, aprofundamento das linhas progressistas do governo atual ou no catastrófico retorno do bloco de direita ao governo.
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Simone Tebet oficializa filiação ao PSB para disputar o Senado em SP
Tebet havia anunciado no último dia 12 que disputará o cargo em São Paulo. Segundo ela, o pedido para que concorresse ao Senado por São Paulo foi do presidente Lula (PT) e do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB).
A Justiça Eleitoral fixou até 4 de abril o prazo para que candidatos no pleito deste ano deixem seus cargos. Antes de sair do ministério, Tebet pretende entregar o relatório bimestral do orçamento e deixar encaminhada a LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) de 2027, que será apresentada por quem assumir o posto.
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Lucro de postos e distribuidoras cresce 37% com guerra no Oriente Médio
AtlasIntel: 57% afirmam que situação econômica do Brasil é ruim
Você Sabia?
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Mercado pet cresce três vezes mais que a economia em São Paulo
Brasil tem 332 milhões de dívidas em 2026, volume 43% maior que em 2016, diz Serasa
Pesquisa: Hana Ghassan e Dr. Daniel lideram corrida ao governo com 26%
Num eventual segundo turno, a emedebista e o pessebista estão em empate técnico no Pará, em razão da margem de erro da pesquisa, de dois pontos porcentuais. Dr. Daniel tem 35% e Hana 32% das intenções de voto.
Sobre o trabalho do atual governador Helder Barbalho (MDB): 79% aprovam e 18% desaprovam.
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Brasil perde 37% das agências bancárias em 10 anos e milhões ficam sem acesso
Em cidades menores, a falta de agências obriga moradores a se deslocarem para municípios vizinhos. No interior de São Paulo, por exemplo, habitantes de Oscar Bressane precisam viajar cerca de 40 km até Marília para acessar serviços bancários.
No Ceará, o ritmo de fechamento é acelerado: 117 unidades foram encerradas desde 2022, sendo 62 apenas em 2025. Para representantes sindicais, a ausência de atendimento físico compromete economias locais e amplia desigualdades de acesso.
Dados da Deloitte indicam que, em 2024, 75% das transações bancárias foram realizadas via celular. Ainda assim, parte dos serviços permanece presencial, especialmente operações mais complexas, como crédito e investimentos.
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Você Sabia?
No Ensino Superior privado, a proporção de evadidos foi ainda maior, dois em cada cinco alunos.
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