Governo quer elevar a 55% o índice de leitores no país até 2035
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Os dados do Sinan (Sistema de Informação de Agravos de Notificação) apontam que a maioria das vítimas sofria agressões recorrentes, com o perfil dos atendimentos médicos convergindo com os casos de feminicídio.
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Para complementar renda, maiores de 60 são 4,5 milhões na Economia Prateada
Aliado ao desejo de empreender, o crescimento dos negócios comandados pelos 60+ está relacionado às transformações populacionais e, por consequência, do mercado de trabalho.
O aumento da expectativa de vida ao nascer – que era e 62,6 anos em 1980 e passou para 76,4 anos em 2023 – impactou o mercado de trabalho para a chamada Geração Prateada (60+).
Atualmente, um quinto da população brasileira em idade para trabalhar é composta por este grupo, aponta estudo da pesquisadora do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV), Janaína Feijó.
As maiores proporções de idosos na População em Idade Ativa (PIA) em 2024 estavam nos estados do Rio de Janeiro (24,1%), Rio Grande do Sul (23,7%) e São Paulo (21,7%). As menores proporções foram encontradas em Roraima (12%), Acre (12,4%) e Amazonas (13%). “Ao contrário de estereótipos antigos que associavam o envelhecimento à inatividade ou à dependência, a Geração Prateada é marcada por um perfil mais saudável, engajado e consumidor”, destaca Janaína.
Ela destaca dois perfis entre os idosos economicamente ativos: os que trabalham por uma necessidade de renda e os que permanecem nos postos de trabalho para manterem-se ativos e com vínculos profissionais.
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Mercado livreiro no Brasil superou R$ 3 bilhões em 2025
Mesmo desconsiderando fenômenos pontuais, como livros de colorir, o setor apresentou expansão consistente ao longo do ano, indicando um avanço mais estrutural, de acordo com balanços setoriais divulgados pelo próprio Snel.
Além disso, estudo inédito da Câmara Brasileira do Livro (CBL) aponta a dimensão da cadeia produtiva. O Brasil já reúne mais de 54 mil empresas ligadas ao setor editorial e livreiro, responsáveis por cerca de 70 mil empregos diretos no país, reforçando o impacto econômico da indústria do livro. Apesar dos números positivos, o desafio da leitura permanece.
Dados da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, realizada pelo Instituto Pró-Livro, mostram que uma parcela significativa da população brasileira ainda não mantém o hábito regular de leitura, o que limita o potencial de crescimento do mercado no longo prazo.
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Shoppings enfrentam queda de público e vendas
"O público dos shoppings vem caindo, e todos os varejistas passam por um processo de depuração", diz Silvio Stagni, presidente da Allied Tecnologia, referindo-se à necessidade de fechar lojas não lucrativas.
Segundo Stagni, um dos principais motivos que levaram ao fechamento de lojas nos shoppings foi o público se acostumar com a comodidade da compra online. "No mercado nacional de celulares, 25% das vendas eram online em 2020. Hoje, são 45%."
Dados da Abrasce (Associação Brasileira de Shopping Centers) apontam queda de 6,2% nas visitas mensais entre 2019 (antes da pandemia) e 2025. No ano passado, a média de visitas foi de 471 milhões ao mês, ante os 476 milhões de 2024 —trata-se do primeiro recuo desde a retomada de público pós-Covid-19.
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Pix domina pagamentos e celular consolida-se como maquininha
O smartphone já responde por 95% dos pagamentos por aproximação em lojas físicas, reforçando seu papel como hub financeiro. Hoje, 76% dos usuários utilizam o Pix via celular, enquanto 19% já pagam por carteiras digitais (NFC) e 15% usam cartões embarcados em soluções como carteiras digitais.
Outro movimento é a transformação do celular também em ferramenta de recebimento. Segundo o estudo, 40% dos brasileiros já realizaram pagamentos diretamente no celular do vendedor (modelo conhecido como “Tap to Phone”), e 27% afirmam já ter usado o próprio aparelho como maquininha. Entre jovens de 18 a 34 anos, esse número sobe para 35%, indicando forte tendência de crescimento.
Mesmo com a expansão dos meios digitais, o cartão de crédito mantém relevância, especialmente entre consumidores de maior renda e em compras de maior valor. Atualmente, 38% utilizam o cartão físico e 24% recorrem à versão virtual para e-commerce. No entanto, o estudo aponta uma mudança estrutural: o cartão passa a ocupar um espaço mais segmentado, enquanto o Pix avança como solução universal.
Já o Pix parcelado aparece como a inovação de maior interesse entre os consumidores, com 41% demonstrando intenção de uso. Hoje, apenas 10% já utilizam essa modalidade, o que indica um amplo potencial de expansão.
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Rejeição em alta
Lula tem feito esforço para manter sua popularidade em alta no Nordeste. Só neste ano, ele teve agendas em cidades da região em oito ocasiões, como no início do mês, quando foi inaugurar um trecho de um quilômetro de metrô de Salvador. Apesar disso, houve uma piora na avaliação do petista neste terceiro mandato. Dados do Datafolha mostram que a aprovação de Lula na região, que chegou a 53% de ótimo e bom em março de 2023, hoje está em 41%. A margem de erro também é de quatro pontos percentuais.
Lideranças petistas mantêm otimismo sobre a recuperação de Lula no Nordeste em outubro. De forma reservada, reconhecem, porém, que há uma preocupação com o desempenho nas capitais e nas grandes cidades, com mais de 150 mil habitantes, não apenas da região. Em 2022, o atual presidente, apesar da ampla vantagem entre os nordestinos, perdeu para Bolsonaro em uma das capitais: Maceió (AL). O então presidente teve 57,18%, contra 42,82% do petista na capital alagoana.
— O povo nordestino tem muita identidade com Lula. Foi o presidente que mais investiu, mais trabalhou e mais desenvolveu nossa região. Então, não há por que falar em recuperação. Nós vamos trabalhar para ampliar a votação do presidente Lula no Nordeste — afirma Éden Valadares, secretário de comunicação do PT nacional e ex-presidente do partido na Bahia.
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Endividamento: 72% dos brasileiros dizem ter contas para pagar
A nova pesquisa Quaest divulgada nesta semana reforçou o sinal de alerta sobre a situação financeira das famílias brasileiras. Segundo o levantamento, 29% dos entrevistados disseram ter muitas dívidas e 43% afirmaram ter poucas dívidas, totalizando 72% da população endividada. Outros 28% disseram não ter dívidas. O estudo foi encomendado pela Genial Investimentos e tem margem de erro de dois pontos percentuais.
Para o advogado Bruno Medeiros Durão, presidente do Durão, Almeida & Pontes Advogados Associados, o dado mostra que o endividamento deixou de ser um problema isolado e passou a ocupar o centro da vida econômica de milhões de famílias, com reflexos jurídicos claros nas relações de consumo.
“Quando sete em cada 10 brasileiros dizem conviver com dívidas, o país já não está diante de uma dificuldade pontual, mas de um quadro estrutural de pressão financeira. Esse cenário exige atenção redobrada à forma como o crédito é ofertado, como a informação é apresentada ao consumidor e como as renegociações são conduzidas”, afirma Bruno Medeiros Durão.
Em março, a CNC informou que o percentual de famílias com dívidas chegou a 80,4%, renovando o recorde da série. Já em janeiro de 2026, a mesma pesquisa havia apontado 79,5% de famílias endividadas, com o cartão de crédito como principal modalidade, presente em 85,4% dos casos.
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População brasileira envelhece e participação de jovens cai, aponta IBGE
Morre Oscar Schmidt, ícone do basquete, aos 68 anos
Irã anuncia abertura do Estreito de Ormuz; Trump celebra
Salário mínimo deve ser de R$ 1.717 em 2027
Em 2023, o salário mínimo voltou a ser corrigido pelo INPC do ano anterior mais o crescimento do PIB, soma das riquezas produzidas pelo país, de dois anos antes. Essa fórmula vigorou de 2006 a 2019. Por essa regra, o salário mínimo aumentaria 2,3% acima do INPC.
O pacote de corte de gastos aprovado no fim de 2024, no entanto, limitou o crescimento. Isso porque o salário mínimo entrou nos limites do arcabouço fiscal, que prevê crescimento real (acima da inflação) dos gastos entre 0,6% e 2,5%. Como o crescimento de 2,3% no PIB está abaixo do teto de 2,5%, a expansão da economia em 2025 poderá ser aplicada.
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PSDB quer emplacar Ciro Gomes em pesquisas para medir potencial
Convidado pelo PSDB a representar o partido na disputa presidencial, ele pediu um espaço para meditar. Não que o aceno fosse novidade. O assunto começou a ser tratado no mês passado, durante um longo almoço entre o ex-governador do Ceará e o presidente da legenda, Aécio Neves (PSDB-MG), em São Paulo.
Na ocasião, Ciro disse à coluna que estava "focado no Ceará, mas me coçando de olho no Brasil". Era a senha.
O plano do tucanato é emplacar o nome de Ciro nas pesquisas que vão daqui até o fim de junho, para medir e apresentar a ele um espaço potencial em uma das eleições mais acirradas desde a redemocratização.
Se alcançar dois dígitos nos levantamentos —feito hoje só obtido por Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL)—Ciro seria pressionadíssimo a aceitar a missão.
De todo modo, pelo sim e pelo não, ele manteve seu time trabalhando no Ceará, estado para o qual é pré-candidato ao governo.
Aécio optou por lançar o convite publicamente exatamente para ver qual seria o tamanho do impacto da chegada de Ciro à corrida presidencial, mas sabe que o ex-governador guardou um espaço para, digamos, um recuo, mantendo-se em seu berço eleitoral, o Ceará, onde uma vitória é hoje o cenário mais provável.
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FMI corta previsão para economia global, mas eleva PIB do Brasil
Segundo o relatório Perspectiva Econômica Mundial, o crescimento do Produto Interno Bruto global foi revisado de 3,3% para 3,1% em 2026. A mudança reflete os impactos do conflito envolvendo EUA, Israel e Irã sobre preços de energia, cadeias produtivas e confiança dos mercados.
Para o Brasil, a projeção foi elevada de 1,6% para 1,9% no mesmo período. De acordo com o FMI, o país tende a ser menos afetado que economias da Ásia, Europa e África e pode até se beneficiar no curto prazo por ser exportador líquido de energia.
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