Para o cientista político Murilo Medeiros, da Universidade de Brasília (UnB), adiar algumas escolhas é um comportamento esperado diante da complexidade da eleição deste ano e, por isso, deixar essa escolha para a reta final é “natural”.
“São seis votos, centenas de candidatos, cargos muito diferentes entre si e uma quantidade enorme de informações para assimilar em poucas semanas. É natural que parte dessas escolhas fique para a reta final”, afirma.
No primeiro turno, os eleitores votam para deputado federal, deputado distrital, dois senadores, governador e presidente da República. É permitido levar uma anotação em papel com os números dos candidatos para consultar na cabine de votação.
Vida que segue...
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