Lula entrou na articulação para salvar mandato de Glauber Braga
Flamengo bate Cruz Azul com brilho do 'papai' Arrascaeta e segue no Mundial
Acordo de bastidores faz Gilmar suspender decisão que dificultou impeachment de ministros
O acordo foi articulado pelo ex-presidente do Senado Rodrigo Pacheco (PSD-MG), com o aval do atual presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) e a participação não só de Gilmar, mas também do ministro Alexandre de Moraes, recordista de pedidos de impeachment.
Na prática, a suspensão da decisão de Gilmar também resulta no cancelamento do julgamento no plenário virtual, previsto para começar nesta sexta-feira (12) e durar uma semana, em que o Supremo decidiria se confirmaria ou não a liminar dele que suspendeu trechos da Lei do Impeachment, em vigor desde 1950.
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Família Bolsonaro ligou o 'modo desespero'
Os movimentos recentes deixam claro que a família Bolsonaro se alterna nas posições para definir quem será o instrumento de pressão.
No meio de 2025, o papel coube ao deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP). Ele atuou na frente internacional, usando a ameaça de tarifas e sanções do governo Trump contra o Brasil para forçar o Congresso a aprovar anistia e impedir o Supremo Tribunal Federal (STF) de julgar a tentativa de golpe de Estado.
Após o fracasso da estratégia – Jair Bolsonaro (PL) foi condenado e preso –, quem assume o bastão é o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Designado pelo pai, ele entra em cena com uma abordagem diferente, mas com o mesmo fim: usar sua candidatura à Presidência para forçar os partidos de centro e de direita a se comprometerem com a anistia ao ex-presidente.
Nos bastidores, entretanto, mesmo o bolsonarismo raiz admite que a anistia se tornou inviável politicamente, e já considera que a prisão domiciliar seria um bom resultado.
Essa substituição de Eduardo por Flávio é lida por lideranças do centro e da direita como reflexos do modo desespero de Bolsonaro. A família age para sobreviver, mesmo que isso signifique implodir a organização da direita para 2026 e prejudicar outros nomes do campo conservador.
Apesar da boa relação pública que muitos mantêm com o senador, a realidade é que, fora do PL, nenhum partido de centro ou direita topou embarcar nessa estratégia até aqui.
Lula anuncia CNH sem autoescola
Com a nova resolução do Contran, o candidato passa a ter mais autonomia para escolher como se preparar. As medidas entram em vigor logo após a publicação da norma no Diário Oficial da União.
Como fica a emissão da CNH
Curso teórico gratuito e online pelo governo; autoescolas seguem como opção
Prova teórica pode ser remota, híbrida ou presencial
Apenas duas horas práticas obrigatórias para carro e moto
Exame prático passa a usar pontuação
Instrutores autônomos passam a ser permitidos
Veículo próprio pode ser usado nas aulas e no exame, incluindo automático
PPD e CNH definitiva passam a ser emitidas automaticamente
O prazo para finalização do processo deixa de existir.
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8% na pesquisa e insatisfação do Centrão, Flávio sinaliza desistir de candidatura
Bahia e Vitória sobreviveram
Mas a concorrência foi desigual e para dor dos nordestinos, os dois representantes do Ceará e um de Pernambuco voltaram à Série B. O Sport foi o último colocado com apenas 17 pontos.
O Bahia não conseguiu vaga direta na Libertadores ao perder para o Fluminense, pasmem, na Fonte Nova, e a única notícia boa para o Nordeste foi a sobrevivência do Vitória que bateu no São Paulo, com o que garantiu os dois times da Bahia na Série A.
Como disse o Rei do Baião em uma das suas músicas, "Senhor repórter, já que tá me entrevistando Vá anotando pra botar no seu jornal Que meu Nordeste tá mudado. Publique isso pra ficar documentado".
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Centrão resiste ao nome de Flávio Bolsonaro
A avaliação é que a insistência de uma candidatura da família Bolsonaro, mesmo com a condenação e prisão do ex-presidente, pode fragmentar o campo da direita no primeiro turno.
O nome visto como mais viável para unificar a direita de Tarcísio de Freitas (Republicanos) foi desidratado com a decisão de Bolsonaro de lançar o filho Flávio. O governador de São Paulo era o candidato que ajudava a unir o Centrão, além de ser uma aposta do mercado financeiro.
Nesta segunda-feira, 8, Flávio Bolsonaro vai ter um encontro com presidentes de partidos do Centrão. Além de Valdemar Costa Neto, presidente do PL, devem participar do encontro Ciro Nogueira (PP), Antônio Rueda (União) e Marcos Pereira (Republicanos).
Segundo interlocutores, o próprio Flávio não trabalha com o apoio automático dessas legendas, e reconhece a possibilidade de que outros nomes sejam lançados no campo da centro-direita.
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Ceará e Fortaleza são rebaixados
O Fortaleza, que nos últimos anos vinha se consolidando entre os principais clubes do país, sofreu uma queda de rendimento acentuada no returno. Já o Ceará, que havia voltado da Série B recentemente, não conseguiu se firmar na Série A e termina a temporada com mais um rebaixamento. As campanhas irregulares e a falta de resultados decisivos culminaram nessa trágica despedida.
Agora, os dois rivais terão um ano de reconstrução em 2026, com o desafio de reorganizar seus elencos, finanças e reconquistar a confiança das torcidas. A missão é clara: retornar à Série A o quanto antes e recolocar o futebol cearense no protagonismo nacional.
Datafolha: 8% apoiam Flávio indicado por Bolsonaro, 22% preferem Michelle e 20% citam Tarcísio
Frase do Dia
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Brasil será 8ª maior economia do planeta em 2025
A economia do Brasil deverá fechar 2025 como a 8ª maior do planeta, segundo o World Economic Outlook (Perspectivas da Economia Mundial) do FMI, outubro de 2025. O levantamento usa como base o Produto Interno Bruto (PIB) com base na Paridade do Poder de Compra (PPC), conceito econômico que compara o poder aquisitivo de diferentes moedas, ajustando as distorções causadas pelas taxas de câmbio e custos de vida. Ou seja, elimina as distorções de um dólar fraco ou forte.
Em relação a 2024, o Brasil deve perder 1 posição, para a Indonésia, cuja economia deverá crescer 4,9% em 2025, enquanto que a previsão do Fundo Monetário Internacional para o crescimento real do PIB brasileiro é de alta de 2,4%.
A Folha de S.Paulo publicou que o Brasil sairia do grupo de 10 maiores economias, mas utilizou como critério o PIB em preços correntes (em dólar), que gera grandes distorções, ainda mais nesta época com Trump no poder influenciando o valor da moeda estadunidense.
O que a Folha evita dizer é que o modesto crescimento do Brasil – ainda que deva ficar entre as 5 maiores altas do G20, grupo das principais economias do mundo – é resultado da taxa de juros de 15%, o que coloca o País no 2º lugar do ranking de maiores juros reais (descontada a inflação) do planeta, com quase 10% (precisamente, 9,74% segundo a consultoria MoneYou).
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