Desmatamento cai na Amazônia e no Cerrado

 

O Brasil encerrou 2025 com redução nos alertas de desmatamento na Amazônia e no Cerrado, segundo dados divulgadosontem pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Os números são do sistema Deter, utilizado como instrumento de monitoramento contínuo para orientar ações de fiscalização do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e de outros órgãos. Na Amazônia, a área sob alerta somou 3.817 km² no ano passado, uma queda de 8,7% em relação a 2024 e o menor índice registrado em oito anos. No Cerrado, foram 5.369 km², o que representa uma retração de 9% na comparação anual e o patamar mais baixo desde 2021.

Apesar do recuo, o impacto permanece expressivo. Juntos, os dois biomas perderam 9.186km² de cobertura vegetal em 2025, área equivalente a cerca de seis vezes o território da cidade de São Paulo. Este foi o segundo ano consecutivo de queda simultânea, após um ciclo de alta que atingiu níveis superiores a 10 mil km² em 2022. Em 2023, os alertas na Amazônia haviam sido reduzidos pela metade, enquanto em 2024 a retração foi de 19%, o que sinaliza desaceleração no ritmo de diminuição.

Em nota, o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMAMC) associa parte dessa desaceleração observada ao longo de 2024 à seca extrema e ao avanço de incêndios florestais, que elevaram os indicadores de degradação. Ainda assim, a pasta sustenta que a trajetória segue descendente.

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Inflação fecha 2025 em 4,26%, melhor resultado desde 2018

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), indicador oficial da inflação no país, registrou alta de 0,33% em dezembro. De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgados nesta sexta-feira (9/1), o avanço levou a inflação acumulada de 2025 a 4,26%.

Com esse resultado, o índice fechou o ano dentro do teto da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), fixada em 3%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo, intervalo que permite variação entre 1,5% e 4,5%. 

O desempenho de 2025 foi fortemente influenciado pelo grupo Habitação, que passou de uma variação de 3,06% em 2024 para 6,79% neste ano, exercendo o maior impacto no índice acumulado, de 1,02 ponto percentual. Na sequência, destacaram-se Educação, com alta de 6,22% e impacto de 0,37 p.p.; Despesas pessoais, que subiram 5,87% e contribuíram com 0,60 p.p.; e Saúde e cuidados pessoais, com variação de 5,59% e impacto de 0,75 p.p. Juntos, esses quatro grupos responderam por cerca de 64% da inflação do ano. 

Segundo o gerente da pesquisa do IBGE, Fernando Gonçalves, o resultado anual de 2025 ocupa posição de destaque na série histórica. “Esse é o quinto menor resultado da série desde o plano Real, ou seja, nos últimos 31 anos. Antes dele, temos 1998 (1,65%), 2017 (2,95%), 2006 (3,14%) e 2018 (3,75%)”, afirmou.

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Lula e Alcolumbre se reúnem e caminho de Messias ao STF 'está pacificado'

Lula e Davi Alcolumbre se reuniram pouco antes do Natal no Palácio da Alvorada. 

Segundo o anfitrião do encontro, acertaram os ponteiros, que andavam desregulados basicamente por causa da indicação para a vaga ao STF: Lula escolheu Jorge Messias; Alcolumbre batia o pé pela nomeação de Rodrigo Pacheco. 

Depois da conversa, Lula disse a um interlocutor, parecendo aliviado: — O caminho do Messias está pacificado. 

Não se sabe ainda que cargos foram incluídos na negociação. A indicação do mais do que polêmico Otto Lobo para a presidência da CVM, passando por cima de Fernando Haddad e causando espanto na Faria Lima por causa do currículo, foi atribuída pelo entorno de Lula a Alcolumbre — o que ele negou ontem a vários parlamentares. De fato, a indicação de Lobo tem vários padrinhos, uma lista que vai de Joesley Batista a Rui Costa, passando por Guido Mantega.

Jaques Wagner, em entrevista ontem, disse que Lula e Alcolumbre ainda não teriam fechado uma negociação em torno de Messias, mas que acreditava que o chefe da AGU terá os votos suficientes para ser aprovado no plenário do Senado.

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Você Sabia?

Levantamento dos Cartórios de Registro Civil do Brasil mostra que as mulheres adotaram o sobrenome do marido em 39,7% dos casamentos em 2024, o menor patamar da série histórica; em 2003, o índice ficou acima de 49%.




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Educação _ Vergonhoso o reajuste de R$ 18,10

Sem consenso entre estados, municípios e representantes dos professores, o MEC deve oficializar um reajuste de 0,37%, bem abaixo da inflação, no piso salarial dos educadores para 2026. Hoje, o piso dos professores da educação básica com jornada de 40 horas semanais é de R$ 4.867,77.

O aumento de 0,37% corresponde a R$ 18,10, vergonhoso. Como a inflação oficial (IPCA) acumulada em 2025 deve fechar em 4,4%, de acordo com previsão do Banco Central, o reajuste de 0,37% não reporia nem mesmo as perdas com a alta dos preços. O MEC (Ministério da Educação) tem até 31 de janeiro para bater o martelo.

Lula pode enfrentar problemas com gestores públicos ou prejuízo eleitoral. A avaliação de secretários da oposição e da base é que oficializar um reajuste de apenas 0,37% poderia impactar negativamente a imagem do presidente, que deve tentar a reeleição. Grande parte da população, afirmam, não sabe que o valor não parte de uma decisão presidencial, mas de uma conta definida em lei.

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Pesquisa revela: mulheres votam mais na esquerda, homens, na direita

Felipe Nunes, cientista político e sócio-fundador da agência de pesquisa Quaest, fez uma análise um tanto reveladora sobre a relação entre voto, comportamento e gênero no Brasil mas que, segundo ele, acontece no mundo todo, neste momento: a análise de dados mostram que as mulheres estão votando mais na esquerda e os homens, na direita. Ou seja, quanto mais elas mostram tendências progressistas, mais eles apertam no conservadorismo. 

Já na geração ponto.com, os nascidos depois de 2.000, o cenário é bem diferente: entre meninos e meninas as diferenças não aparecem tanto e há menos espaço para visões discriminatórias. 

Pode estar exatamente nesta geração a chave de uma virada de comportamento que traria mudanças significativas para a sociedade: mais equidade, em tudo.  

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Dia do Leitor: 8 livros essenciais para estudantes do Ensino Médio

O Dia do Leitor, celebrado em 7 de janeiro, reforça a importância da leitura no desenvolvimento pessoal e no aprendizado contínuo. Estudos mostram que o hábito de ler não apenas amplia o vocabulário e fortalece a escrita, mas também contribui para o pensamento crítico e a criatividade.

Segundo dados da pesquisa Reading at Risk, do National Endowment for the Arts (NEA), nos Estados Unidos, o percentual de adultos jovens entre 18 e 24 anos que leem por prazer caiu de 51% em 1982 para 29% em 2008, evidenciando a necessidade de ações que incentivem a prática da leitura.

Com o intuito de auxiliar os estudantes do Ensino Médio que querem aproveitar as férias para ler e começar a se preparar para os vestibulares de 2026, Thiago Braga e Ana Flávia dos Reis sugerem oito obras literárias. Confira! 


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Um ano melhor, é o que esperam 85% dos brasileiros

Otimistas, 85% dos brasileiros acreditam que 2026 será um ano financeiramente melhor que 2025, e 78% acreditam que conseguirão realizar os sonhos que ficaram pendentes no ano anterior. Os dados são da pesquisa “Perspectivas para 2026”, realizada pela Serasa em parceria com o Instituto Opinion Box

Os percentuais são ainda maiores que de pesquisa realizada no final de 2025 pelo Datafolha, que mostrou que 69% dos entrevistados esperam que a situação pessoal vai melhorar este ano; na passagem de 2024 para 2025, esta era a expectativa de 60%.

Quando questionados pela Serasa sobre como definiriam o último ano, as principais palavras mencionadas foram planejamento (21%), preocupação (18%) e organização (18%).

Para 2026, os consumidores já começam a planejar as finanças: 92% declaram que estão se organizando para alcançar maior tranquilidade financeira. Entre as principais ações, 34% dizem estar pagando dívidas existentes, 33% reduzindo os gastos do dia a dia, e 31% definindo metas para economizar. Além disso, quase 8 em cada 10 brasileiros afirmam que buscarão educação financeira para melhorar sua qualidade de vida em 2026, segundo a pesquisa Serasa/Opinion Box.

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Os ministros Ricardo Lewandowski e Fernando Haddad querem entregar os ministérios

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) volta a Brasília e terá de pensar imediatamente em trocas de ministros. 

Dois querem sair já. O ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, conversou com Lula no fim do ano passado e sinalizou que desejaria deixar o ministério ainda em janeiro, de preferência até o fim desta semana. Fernando Haddad quer sair até fevereiro. 

Integrantes do Ministério da Justiça afirmam que, na virada do ano, Lewandowski sinalizou que quer antecipar a saída. E deixar a pasta até o fim desta semana, na sexta-feira (9). 

Entre técnicos da pasta, há os que defendam a permanência do ministro até a aprovação da "PEC da Segurança Pública". A proposta ainda precisa passar pelo plenário da Câmara e pelo Senado. 

Já Fernando Haddad também conversou com Lula sobre seu desejo de deixar o Ministério da Fazenda neste início de ano, mas sinalizou que poderia ficar até o final de fevereiro. 

Na Fazenda, a tendência é de o secretário-executivo, Dario Durigan, ficar no comando da pasta.

O interesse do ministro seria atuar na coordenação da campanha de reeleição de Lula à presidência. Os planos do PT -- e de Lula -- para ele são outros: uma candidatura ao governo de São Paulo ou ao Senado.

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Presidente interina da Venezuela convida governo dos EUA a fortalecer 'coexistência comunitária duradoura'

A presidente interina da VenezuelaDelcy Rodríguez, declarou na noite deste domingo que tem como prioridade estabelecer uma relação "equilibrada e respeitosa" com os Estados Unidos, um dia após o ataque americano a Caracas e a captura do presidente Nicolás Maduro. Nas redes sociais, Rodriguez publicou uma mensagem direta ao presidente americano, Donald Trump, e reforçou seu apelo pela paz no país sul-americano.

"Consideramos prioritário avançar rumo a uma relação internacional equilibrada e respeitosa entre os EUA e a Venezuela, e entre a Venezuela e os países da região, baseada na igualdade soberana e na não interferência. Esses princípios norteiam nossa diplomacia com o resto do mundo", escreveu Rodríguez em uma publicação nas redes sociais. "Estendemos um convite ao governo dos EUA para trabalharmos juntos em uma agenda de cooperação, orientada para o desenvolvimento compartilhado, dentro da estrutura do direito internacional, e para fortalecer a coexistência comunitária duradoura". 

Em declaração a repórteres quase simultaneamente à postagem da líder venezuelana, Trump insistiu que os Estados Unidos estão "no comando" da Venezuela após a prisão de Maduro e enquanto dialoga com a nova liderança do governo venezuelano. 

— Estamos lidando com as pessoas que acabaram de assumir o cargo. Não me perguntem quem está no comando, porque eu darei uma resposta muito controversa — disse Trump a repórteres a bordo do Air Force One, quando questionado se havia conversado com a presidente interina Delcy Rodríguez.



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Após ataque à Venezuela, Trump diz que uma nova operação militar, contra a Colômbia, 'soa bem'

Após a ofensiva dos Estados Unidos contra a Venezuela, que resultou na captura de Nicolás Maduro, o presidente Donald Trump afirmou que uma nova operação militar, dessa vez contra a Colômbia, "soa bem" para ele. 

O republicano declarou que o país é governado por "um homem doente", em uma crítica direta a Gustavo Petro, o primeiro presidente de esquerda do país. Em outubro de 2025, o governo Trump aplicou sanções contra o líder colombiano.

“A Colômbia também está muito doente, governada por um homem doente, que gosta de produzir cocaína e vendê-la aos Estados Unidos — e não vai continuar fazendo isso por muito tempo", disse, a bordo do Air Force One, a aeronave oficial, na noite deste domingo (4).

Questionado por jornalistas sobre a possibilidade de os EUA levarem adiante uma operação militar contra o país, Trump respondeu: “Soa bem para mim”.

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Trumpo põe o mundo de joelhos

 

O segundo mandato de Donald Trump rapidamente se revela como uma das presidências de maiores consequências das últimas décadas para os Estados Unidos e o mundo. A operação militar espetacular na Venezuela - em que o ditador que comandava o país há mais de uma década foi retirado de seu quartel-general em poucas horas e levado a Nova Iorque, onde será julgado — é o marco de uma nova era.

"Voltamos ao imperialismo das grandes potências, do fim do século 19. Cada gigante em sua área de influência", resume Guilherme Casarões, cientista político e professor da Florida International.

Certamente não estamos falando de um mundo mais seguro. A ação americana na Venezuela é o sinal verde para Putin avançar sobre a Ucrânia, e talvez a Europa, testando o escudo da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte), que funcionou tão bem para proteger o continente no pós-guerra. E a justificativa perfeita para a China anexar Taiwan. Os exercícios militares no final do ano ao redor da ilha que o gigante asiático considera uma província rebelde já denunciam as pretensões imperialistas. Segundo essa visão, teremos o mundo dividido em pelo menos três áreas de influência: Estados Unidos, Rússia e China.

Donald Trump, por outro lado, não vê nenhum problema em rasgar a fantasia do autocrata em formação, muito mais parecido com os líderes que tanto respeita, como Vladimir Putin e Xi Jinping, do que com os aliados europeus. Em nenhum momento, o americano falou em restaurar a democracia venezuelana. Pelo contrário, concentrou-se em defender a devolução do petróleo que havia sido "roubado" dos Estados Unidos, quando nos anos 2000 o governo chavista estatizou áreas exploradas por petrolíferas americanas.


Amanda Klein, colunista da UOL 




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Morte e dor nas estradas marcam o feriado de ano-novo

Colisão frontal entre ônibus e caminhão na BR-116, em Pelotas, deixou 11 pessoas mortas. PRF reforça apelo por mais responsabilidade dos motoristas - (crédito: Divulgação/Ecovias Sul)

As festas de fim de ano foram marcadas por uma sequência de acidentes graves em rodovias federais e estaduais por todo o país. Entre os dias 30 de dezembro e 2 de janeiro, colisões envolvendo ônibus, caminhões e veículos de passeio deixaram dezenas de vítimas, interromperam rodovias estratégicas e mobilizaram forças de segurança, equipes de resgate e autoridades locais. Os números reforçam o problema: a combinação de tráfego intenso, imprudência e falhas humanas segue cobrando um preço alto no asfalto brasileiro. 

No Rio Grande do Sul, um dos episódios mais graves aconteceu na manhã de ontem, no quilômetro 491 da BR-116, em Pelotas. Um ônibus intermunicipal colidiu de frente com um caminhão carregado de areia. Onze pessoas morreram, incluindo o motorista do coletivo. A carga do caminhão foi lançada para dentro do ônibus, o que dificultou o trabalho das equipes de resgate. Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), havia congestionamento no trecho no momento da colisão, e a principal hipótese é que o caminhão tenha invadido a contramão ao tentar evitar uma fila de veículos parados. A rodovia ficou totalmente bloqueada por horas. 

No Paraná, outra tragédia foi registrada ontem. Na BR-376, em Guairaçá, um carro que havia acessado a rodovia por um trevo foi atingido por uma carreta carregada de adubo. Uma jovem de 21 anos morreu no local, e duas pessoas, de 13 e 20 anos, foram socorridas em estado grave. Chovia no momento do acidente, fator que pode ter contribuído para a colisão. No estado, balanço parcial da Operação Rodovida 2026 apontou 53 acidentes entre 30 de dezembro e 1º de Janeiro. A PRF destacou que a maioria dos casos está relacionada a falhas humanas, desatenção e excesso de velocidade. Os radares flagraram mais de 400 motoristas acima do limite permitido, incluindo um carro de luxo a mais de 200km/h. 

No Centro-Oeste, a Virada do Ano foi especialmente dolorosa para famílias de diferentes estados. Em Goiás, quatro pessoas de uma mesma família morreram após o carro em que estavam colidir contra uma barreira de concreto e cair em uma ribanceira na BR-050, em Campo Alegre de Goiás. O veículo seguia no sentido Brasília quando o motorista perdeu o controle da direção. Os corpos foram levados ao Piauí, onde se deu o sepultamento, marcado por forte comoção na comunidade de origem das vítimas. 

Outro acidente com múltiplas mortes foi registrado em Minas Gerais, na BR-040, em João Pinheiro. Um carro ocupado por um casal e duas crianças colidiu frontalmente com um caminhão-cegonha que teria invadido a faixa contrária. Com o impacto, o veículo menor saiu da pista e pegou fogo. Todos os ocupantes morreram no local. A PRF isolou a área para perícia, e as causas exatas da tragédia ainda estão sob investigação.

Em Mato Grosso, a PRF apura as circunstâncias de um acidente que matou quatro pessoas da mesma família após uma colisão frontal entre um carro e uma carreta. Excesso de velocidade, sonolência, distração ao volante e possível falha mecânica estão entre as hipóteses analisadas. Uma criança de 12 anos sobreviveu e permanece internada, fora de risco.



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Sua empolgação de janeiro vai morrer em fevereiro?

 

Janeiro chega com uma energia contagiante. A gente organiza a agenda, renova as promessas e sente que, desta vez, vai ser diferente. "Esse ano eu vou crescer o negócio", "vou cuidar melhor da saúde", "vou ser um líder mais presente". A motivação está no pico. O problema é que o entusiasmo de janeiro não sustenta um ano inteiro.

A maioria das resoluções de ano novo não morre por falta de vontade. Morre por falta de clareza. Fevereiro chega, a rotina aperta, as urgências gritam mais alto, e aquilo que parecia prioridade vira "quando der". Não porque você não se importa, mas porque você nunca transformou intenção em decisão. O ano não é uma corrida de 100 metros; é uma maratona. E na maratona, quem sai correndo sem estratégia quebra no meio do caminho.

O novo ano não pede mais pressa. Pede mais foco. Não pede mais correria. Pede mais direção. E a boa notícia é que isso não depende de sorte, de mercado ou de circunstâncias. Depende de você.

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Governo paga quase R$ 1 trilhão em juros em 12 meses

Os juros nominais do setor público consolidado (formado por União, Estados, municípios e empresas estatais) somaram R$ 87,2 bilhões em novembro, um pouco abaixo dos R$ 92,5 bilhões em novembro de 2024. No acumulado em 12 meses até novembro, os juros nominais alcançaram R$ 981,9 bilhões (7,77% do PIB), comparativamente a R$ 918,2 bilhões (7,83% do PIB) nos 12 meses até novembro de 2024.

Apesar de o gasto com juros se aproximar de R$ 1 trilhão, a relação entre o pagamento de juros da dívida e o Produto Interno Bruto (PIB) diminuiu em relação ao ano passado devido ao crescimento da economia.

O resultado nominal do setor público consolidado, que inclui o resultado primário e os juros nominais apropriados, foi deficitário em R$ 101,6 bilhões em novembro. No acumulado em 12 meses, o déficit nominal alcançou R$ 1,027 trilhão (8,13% do PIB), ante déficit nominal de R$ 1,024 trilhão (8,15% do PIB) em outubro de 2025. Os dados foram divulgados nesta terça-feira pelo Banco Central.

A dívida bruta do Governo Geral subiu para 79% do Produto Interno Bruto em novembro. Em outubro, ela estava em 78,4%. O Governo Geral é constituído pelos governos federal, estaduais e municipais, além do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

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Neymar e Gabriel juntos é aposta arriscada que o Santos está fazendo

O Santos terá, em 2026, a dupla Neymar/Gabriel. Mas o que eles podem fazer de realmente importante para o time? É impossível prever qualquer coisa.

Gabriel não joga nada há dois anos consecutivos. Nesse período, o único momento relevante foram os dois gols contra o Atlético-MG, na final da Copa do Brasil de 2024, no Maracanã, quando ainda defendia o Flamengo. Em 2025, foi para o Cruzeiro e não fez.

Já Neymar não joga nada há cerca de quatro anos, entre inúmeras contusões e cirurgias nesse intervalo. Em 2025, ganhou uma fortuna no Santos e jogou pouquíssimo. Dizer que terminou o ano em alta porque fez três gols contra o Juventude e um contra o Sport — ambos já rebaixados — é forçar demais a barra.

São dois egos enormes, dois jogadores que acreditam jogar mais do que realmente jogam neste momento. Dois exibicionistas profissionais. A diferença é que um deles tem, em seu passado recente, títulos e artilharias, mas se tornou inofensivo nos últimos dois anos, tanto com a camisa do Flamengo quanto com a do Cruzeiro.

O risco de conflito de egos é iminente. Neymar e Gabriel juntos me lembram muito os piores momentos de Romário e Edmundo no mesmo time.


Casa Grande


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