OAB-PA suspende advogadas por uso de 'prompt injection' no PA; presidente cita 'risco à imagem da Ordem'
Irã permite passagem de mais de 30 navios pelo Estreito de Hormuz, diz mídia estatal
Lula diz que "assumiu responsabilidade" de segurar alta da gasolina
Declarado morto por bolsonaristas, Lula melhora a aprovação
Ou seja, o governo morreu, mas está melhor.
Apesar de Lula e Flávio Bolsonaro permanecerem tecnicamente empatados, Lula voltou a ultrapassá-lo numericamente. No último mês, aumentaram as notícias positivas e despencaram as negativas com relação ao governo. Além disso, 72% acham que o Desenrola 2 ajuda de alguma forma os endividados, e partiu de 17% para 21% o total que sentiu mais dinheiro no bolso com a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até 5.000 cascalhos por mês.
Não há mágica nisso. Lula está cavalgando a máquina, tal como fez seu antecessor na busca por reeleição. O governo tenta recompor a perda eleitoral entre as classes C, D e E com um conjunto de sinalizações que miram diretamente esses grupos.
Ontem, ele editou uma Medida Provisória eliminando a "taxa das blusinhas", aqueles 20% sobre compras do exterior de até 50 doletas. Medidas para garantir crédito a motoristas de plataformas, categoria que não morre de amores por Lula, também entram no cálculo. Essas duas podem ser sentidas a partir da próxima pesquisa. E a pauta do fim da escala 6x1, ainda em debate, mas que será aprovada, toca numa ferida aberta de quem trabalha no varejo, nos serviços, na agricultura — exatamente o público que Lula precisa reconquistar.
O recado das pesquisas, portanto, é duplo: o governo não morreu, mas também não foi aos céus. Está, por ora, sendo avaliado pelos eleitores, vivo o suficiente para incomodar a oposição, mas em uma posição que não permite comemorar. Com cinco meses pela frente e medidas de impacto direto no bolso ainda por serem sentidas, decretar qualquer vencedor agora é repetir o mesmo erro daqueles que cantaram vitória cedo demais no velório.
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Governo anuncia subsídio de até R$ 0,89 para gasolina e R$ 0,35 para diesel
1 em cada 5 brasileiros diz já ter recebido oferta para compra de voto, diz pesquisa
Pix já ultrapassa 5 bilhões de transações
Você Sabia?
Maioria dos trabalhadores já está na escala 5x2; CNI admite que parte da indústria opera em jornada de 42 horas semanais.
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Parauapebas comemora 38 anos
Uma cidade construída com trabalho, coragem e esperança, que inspira todos os dias quem faz parte dessa trajetória.
A programação de 38 anos começou ontem, 9 de maio, com ações sociais no Lago Nova Carajás (serviços de saúde, assistência, beleza) e shows, incluindo "Forró Boys" e Manu Bahtidão.
E para comemorar neste domingo, 10, os 38 anos de emancipação politico-administrativo da CAPITAL do DINHEIRO as atrações serão o Filho do Piseiro e Léo Magalhães.
Vida que segue...
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Alcolumbre emplaca diretor na Codevasf em meio a trégua com governo
O servidor Márcio Adalberto Andrade, que já foi superintendente da estatal no Amapá, assumiu o cargo de diretor da Área de Desenvolvimento e Infraestrutura.
A Codevasf (Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba) ganhou o apelido de "estatal do centrão" por ser um dos redutos favoritos para envio de emendas parlamentares desde o governo Bolsonaro.
Após Alcolumbre articular a derrota da indicação pelo presidente Lula de Jorge Messias a ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), o governo tem feito gestos para tentar se reaproximar do senador.
Em meio a uma busca e apreensão contra o senador Ciro Nogueira (PP-PI) nesta semana, por exemplo, Lula pediu que o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, ligasse para Alcolumbre para informá-lo oficialmente.
A intenção era deixar claro, com a formalidade, que a ação não era direcionada a retaliar Alcolumbre e que a PF havia trabalhado com independência.
Viuda que segue...
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O governo Lula não morreu
Mordeu a língua quem decretou a morte política precoce do governo Lula após a dupla derrota, com a rejeição de Jorge Messias ao STF e a derrubada dos vetos ao PL da Dosimetria. Campanha política não é corrida de 100 metros. É uma maratona. E o corredor mais experiente do páreo, de longe, é Lula. Do alto dos seus 80 anos, três mandatos e seis disputas à Presidência da República, o petista mostrou ontem que não é um pato manco, muito menos um idoso em campanha. Recebeu de Trump o antídoto para as críticas bolsonaristas, ao ser descrito como o "dinâmico" presidente do Brasil.
"Cria no eleitorado em geral e na franja dos eleitores que não têm voto definido a ideia de que Lula é um estadista. É mais seguro seguir com ele do que com alguém desconhecido como Flávio Bolsonaro", afirma o cientista político Eduardo Grin.
O governo atuou também nas frentes econômica e política. Anunciou o Desenrola 2 para os endividados de baixa renda e aprovou o PL dos Minerais Críticos na Câmara. Enquanto isso, emissários de Lula, como o ministro da Defesa, José Múcio, e da Secretaria de Relações Institucionais, José Guimarães, procuraram Davi Alcolumbre para reconstruir pontes com o presidente do Senado, vital para a aprovação de projetos de interesse do Executivo.
A cereja do bolo da semana em que Lula ressuscitou - para aqueles que achavam que ele estava morto - foi a operação da PF contra o ex-ministro de Jair Bolsonaro e aliado da direita, senador Ciro Nogueira, do PP. Serve de aviso para outros nomes do centrão que são alvos em potencial das investigações. A derrota de Messias na semana passada teve como pano de fundo uma operação abafa contra as investigações do Master. A resposta veio ontem. PF, PGR e André Mendonça não se dobrarão às forças contrárias. E sequer precisam da delação de Daniel Vorcaro, de resto considerada fraca e inconsistente, segundo informações de bastidores dos investigadores. Flávio Bolsonaro tratou de se afastar de Ciro Nogueira em uma nota lacônica em apoio a André Mendonça e às investigações, mas sem citar o nome do aliado.
De resto, o quadro eleitoral é o mesmo. As pesquisas da pré-campanha divulgadas essa semana mostraram um cenário congelado e parelho. Uma semana da oposição, outra do governo. Seguiremos assim até o final, com o fôlego suspenso e muitas reviravoltas.
Vida que segue...
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Poupança teve retirada líquida de R$ 476,4 milhões em abril, diz BC
O saldo da aplicação na caderneta de poupança caiu em abril deste ano, com registro de mais saques do que depósitos. As saídas superaram as entradas em R$ 476,4 milhões, de acordo com relatório divulgado hoje pelo Banco Central.
No mês passado, foram aplicados R$ 362,2 bilhões, contra saques da ordem de R$ 362,7 bilhões. Os rendimentos creditados nas contas de poupança somaram R$ 6,3 bilhões. O saldo da poupança é de pouco mais de R$ 1 trilhão.
Nos últimos anos, a caderneta vem registrando mais saques que depósitos. Em 2023 e 2024, as retiradas líquidas foram R$ 87,8 bilhões e R$ 15,5 bilhões, respectivamente. No ano passado, o saldo negativo da poupança chegou a R$ 85,6 bilhões.
Nos primeiros quatro meses deste ano, a caderneta já acumula R$ 41,7 bilhões em retiradas líquidas. Entre as razões para os saques está a manutenção da Selic em alta, o que estimula a aplicação em investimentos com melhor desempenho.
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Alcolumbre sinaliza por diálogo com Lula e terras raras devem ser 'ponte'
Panturrilha: nossa bomba muscular
Não escrever mais à mão gerará crise de inteligência no ser humano, diz especialista
“A gente está perdendo espaço de ser humano”, diz Edna Lúcia Cunha Lima, pesquisadora de tipografia e design.
O alerta vem do abandono de algo essencial: a escrita à mão. Trata-se de uma habilidade milenar, uma das mais importantes da evolução humana, que deu forma à linguagem em diferentes meios e segue sendo um exercício cognitivo complexo e relevante.
“Ela desacelera o cérebro, em prol de ter mais profundidade, de treinar vários quesitos que você não consegue treinar no mundo digital”, explica Adriana.
No ambiente digital, prevalecem a pressa e o raciocínio rápido, o que muitas vezes limita a reflexão.
“A gente está criando dois tipos de seres humanos: os que vão continuar refletindo, lendo e escrevendo, e aqueles que não”, avalia Adriana.
Países como Suécia, Finlândia e Estados Unidos chegaram a testar a redução da escrita à mão no currículo escolar, mas recuaram.
Em 2024, um estudo norueguês concluiu que a escrita manual estimula a atividade cerebral em regiões essenciais para o aprendizado.
Quando foi a última vez que você escreveu à mão?
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Você Sabia?
A empresa de proteção ao crédito informou ainda que 47% dos débitos, que somaram R$ 557,7 bilhões em março, estão concentrados em instituições financeiras.
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