Os 20 municípios com pior qualidade de vida do Brasil

Uiramutã
O municipio com pior qualidade de vida foi a cidade de Uiramutã - Roraima, com medalha de prata ficou Jacareacanga no Pará e com a medalha de bronze Alto Alegre em Roraima.

 Municípios com pontuações mais baixas

MunicípioUFIPS Brasil 2026
UiramutãRR42,44
JacareacangaPA44,32
Alto AlegreRR44,72
PortelPA45,42
AmajariRR45,58
PacajáPA45,87
AnapuPA45,91
JapuráAM46,23
Santa Rosa do PurusAC46,70
UruaráPA46,80
TrairãoPA46,82
BannachPA47,23
São Félix do XinguPA47,38
RecursolândiaTO47,39
Cumaru do NortePA47,43
PeritoróMA47,53
Oeiras do ParáPA47,57
LadainhaMG47,58
AnajásPA47,62
ParaísoTO47,63

Pará tem 11 dos 20 municípios com pior qualidade de vida do Brasil, aponta estudo

Onze dos 20 municípios com os piores índices de qualidade de vida do Brasil estão no Pará, segundo dados do Índice de Progresso Social (IPS) Brasil 2026, divulgados nesta quarta-feira (20). O estudo analisou os 5.570 municípios brasileiros com base em 57 indicadores sociais e ambientais. 

➡️ As cidades paraenses com pior desempenho no país e baixa densidade demográfica (até 100 mil habitantes) são: Jacareacanga, Portel, Pacajá, Anapu, Uruará, Trairão, Bannach, São Félix do Xingu, Cumaru do Norte, Oeiras do Pará e Anajás.

Jacareacanga, no sudeste do Pará, apresenta o pior resultado entre os municípios paraenses, com nota 42,32, em uma escala que vai de 0 a 100 -

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A cigarra, a formiga e as próximas crises

A crise do petróleo ocasionada pela guerra envolvendo o Irã não nos pegou de calças curtas, como tenho dito. A boa posição da balança comercial de petróleo tem proporcionado, inclusive, certo fortalecimento do real frente ao dólar e poderá ajudar a incrementar o PIB, mantidas as demais condições constantes. Evidentemente, a extensão dos conflitos preocupa e, em prazo maior, nada há a comemorar. Do ponto de vista das contas públicas, poderíamos estar mais preparados, munidos de um fundo de reserva e de estabilização fiscal.

O governo brasileiro optou, corretamente, por atuar para mitigar os efeitos dos conflitos sobre a economia nacional, por meio de subvenções e mexidas nos tributos  dos combustíveis. Diferentemente do que se fez em 2022, as providências não avançaram sobre prerrogativas exclusivas dos Estados, preservando, assim, o pacto federativo. Vale dizer: o montante das intervenções já é elevado, pelas nossas contas na Warren, de algo como R$ 35 bilhões, em termos brutos, com cerca de R$ 20 bilhões compensados pelos impostos sobre exportações e sobre o fumo. A conta considera o período de maio a agosto.

Por outro lado, o episódio nos leva a refletir sobre a necessidade de abrir espaços fiscais no Orçamento público, a partir de mecanismos de planejamento, com vistas a garantir que calamidades, guerras e eventos imprevistos, no futuro, sejam tratados de modo mais ordenado. A reforma orçamentária é a base para essa discussão.

A fábula da cigarra e da formiga é conhecida. A primeira vive a cantar no verão, enquanto a segunda trabalha duro. No inverno, quem se salva é a formiga, com as reservas polpudas. O Orçamento público, numa lógica mais moderna, deveria contemplar mecanismos para atuação em momentos atípicos, a exemplo de quadros de guerra, calamidade e eventos climáticos.

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O que acontece com o cérebro nas últimas horas do domingo

Sabe aquela sensação que muita gente diz que bate nas horas finais do domingo? O dia ainda nem acabou, mas a cabeça já começa a lembrar da segunda-feira, dos compromissos, mensagens, reuniões, provas e da rotina inteira voltando de uma vez. Para muita gente, esse sentimento é mais comum do que parece. O domingo à noite, muitas vezes, vem acompanhado de uma sensação estranha de que o descanso terminou cedo demais.

Nas redes sociais, esse sentimento já virou meme há tempos. Frases como “certeza que a depressão foi descoberta em um domingo à noite” ou "domingo com 'd' de depressão" circulam entre os virais junto de montagens e piadas que retratam uma espécie de “angústia coletiva”. 

Essa emoção ganhou até nome, “Sunday Scaries”, algo traduzido como “os sustos de domingo”, usado para definir a ansiedade e o desconforto emocional que aparecem nas últimas horas do fim de semana diante da antecipação dos novos dias úteis.

Apesar de ter se popularizado recentemente na internet, especialistas explicam que o fenômeno existe há muito tempo. O que mudou foi a quantidade de pessoas falando sobre ele ao mesmo tempo.

"O fim de semana costuma funcionar como uma pausa das obrigações e cobranças do cotidiano. Quando o domingo começa a terminar, o cérebro passa a antecipar os problemas da semana antes mesmo que eles aconteçam", explica Marília Vav, mestre em Psicologia Clínica e Cultura pela Universidade de Brasília.

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Estudante larga estágio, vende geladinhos e fatura R$ 100 mil mensais

No primeiro ano da faculdade, Laura Melo começou a vender geladinhos para ter dinheiro para sair nos fins de semana. Distribuiu panfletos no condomínio onde mora em Montes Claros (MG), e os pedidos começaram a chegar. Hoje, a Master Geladinhos tem loja física e fatura cerca de R$ 100 mil por mês.

Master Geladinhos foi criada oficialmente em junho de 2022, em Montes Claros. No início, as vendas aconteciam via WhatsApp. Hoje, além da loja física, a empresa tem delivery próprio (maior fatia do faturamento: 55%).

São 12 sabores fixos no cardápio, além de alguns sazonais. Os mais vendidos são Ninho com Nutella, pudim de leite e trufado de brownie. Os preços da unidade (130 g) variam de R$ 9 a R$ 12. Segundo Melo, o ticket médio no delivery é de R$ 60, e o da loja, R$ 30. Toda a produção é feita na própria loja. São produzidos cerca de 3.000 geladinhos por semana.

"Meu produto não é um geladinho comum. É um produto artesanal, feito no fogo, com ingredientes nobres e sem aditivos artificiais. Nossas geleias, por exemplo, são todas feitas artesanalmente. É isso que garante mais sabor e cremosidade aos geladinhos". Laura Melo, fundadora da Master Geladinhos.


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O vento virou a favor de Lula e contra Flávio

Nada como uma semana após a outra.

Na anterior, Lula havia sofrido duas derrotas acachapantes no Congresso (Jorge Messias e dosimetria), e analistas mais afoitos logo decretaram que o governo acabou e a reeleição virou pó.

Nesta última semana, o vento virou de novo, e quem ficou em apuros foi Flávio, filho de Jair Bolsonaro, agora enredado até o talo no escândalo master de Daniel Vorcaro, o banqueiro mafioso.

Foi o que bastou para que editoriais e os mesmos analistas isentos logo reivindicassem uma terceira via para salvar a chamada "direita democrática" fora do bolsonarismo, que as pesquisas insistem em catalogar entre os nanicos.

A quatro meses e meio da eleição, no entanto, vai ser meio difícil inventar um novo candidato da direita "contra a polarização".

Como Flávio se tornou indefensável, ao se enrolar cada vez mais para explicar suas relações fraternais com Vorcaro, resta-lhes atacar Lula e criar uma falsa simetria entre os dois candidatos.

O jogo pesado está só começando. Vamos aguardar as próximas semanas e as novas pesquisas para avaliar os estragos na sua candidatura e as novas bandeiras que vai desfraldar, além da anistia para livrar o pai da cadeia. A previsão do tempo político, como diria Galvão Bueno, não é favorável para o candidato da oposição neste momento.

Mas, de uma semana para outra, o vento pode virar, como já nos cansamos de ver nesta campanha.

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Custo de vida alto enfraquece discurso de inflação sob controle

“Está tudo muito caro; os preços estão pela hora da morte; só o governo vê queda da inflação.” Frases como essas se repetem em filas de supermercados, feiras, padarias e farmácias. Elas traduzem a frustração de quem, ao pagar as compras, percebe que a renda já não compra a mesma quantidade de bens e serviços de antes - a distância, no cotidiano, entre o que mostram os indicadores de inflação e o custo efetivo de manter o padrão de consumo.

Do ponto de vista técnico, inflação é o aumento generalizado e contínuo dos preços. No Brasil, é medida oficialmente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Custo de vida, por sua vez, é quanto uma família precisa gastar para sustentar seu padrão de consumo em determinado local. O problema é que, mesmo com a redução do desemprego e a alta da renda e da massa de rendimentos nos últimos anos, o ganho tem sido insuficiente para recompor o poder de compra.

Como economia e política se misturam, emerge o paradoxo do governo atual: embora entregue números macroeconômicos positivos - PIB em crescimento (ainda que com juros elevados), queda do desemprego, valorização do salário mínimo e renda em expansão -, enfrenta baixa aprovação, porque a percepção das famílias é de aperto no orçamento.

Em abril, de acordo com a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, realizada em parceria entre o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o valor da cesta variou de R$ 619,32 em Aracaju (SE) - o menor - a R$ 906 14 em São Paulo - o maior. De março para abril, a cesta subiu 3 49% em Aracaju e 2,51% em São Paulo.

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Divisa entre Pará e Mato Grosso

Uma audiência de conciliação no Supremo Tribunal Federal (STF) marcada para a próxima quinta-feira, 21 de maio, vai tentar buscar uma solução consensual em Brasília para a disputa sobre os limites territoriais entre o Pará e o Mato Grosso. A área em debate é equivalente ao tamanho do estado de Sergipe

A sessão foi convocada pelo ministro relator Flávio Dino em 14 de abril, no âmbito de uma ação do Estado do Mato Grosso que pede a anulação de um acórdão favorável ao Pará, há 6 anos. 

A controvérsia ressurge após decisão unânime da Suprema Corte em 2020, que manteve a demarcação de divisa estabelecida oficialmente em 1922. 

O Estado do Mato Grosso voltou a questionar esse entendimento em uma nova ação movida em maio de 2023, na qual reivindica o reconhecimento de parte do território, incluindo o marco geográfico conhecido como Cachoeira das Sete Quedas (anteriormente chamado Salto das Sete Quedas). 

A área em disputa soma cerca de 22 mil km² e integra territórios de seis municípios paraenses: Jacareacanga, Novo Progresso, Altamira, São Félix do Xingu, Cumaru do Norte e Santana do Araguaia.

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Você Sabia?

A cada 49 segundos Justiça recebe novo processo de violência doméstica.

Estudo baseado em dados de 68 tribunais revela avanço das denúncias, aumento das medidas protetivas e alto índice de arquivamentos judiciais



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OAB-PA suspende advogadas por uso de 'prompt injection' no PA; presidente cita 'risco à imagem da Ordem'

A Seccional do Pará da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-PA) suspendeu por 30 dias as advogadas Cristina Medeiros e Luanna Sousa após o caso de inserção de texto oculto para manipular sistemas de inteligência artificial em um processo trabalhista em Parauapebas, no sudeste do Pará. Elas negam que tentaram manipular decisão judicial e poderão recorrer da decisão. 

A decisão, assinada na quinta-feira (14) pelo presidente Sávio Barreto, aponta "risco à imagem institucional da OAB" e determina envio dos autos ao Tribunal de Ética e Disciplina.

Sávio Barreto fundamentou a suspensão cautelar na "verossimilhança das alegações" e no risco de dano à reputação da Ordem.

Em nota, a advogada Cristina Medeiros disse que ainda não foi intimada da decisão e “quando for oportunizado o contraditório, seguindo o devido processo legal, poderá se manifestar sobre as alegações”.

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Irã permite passagem de mais de 30 navios pelo Estreito de Hormuz, diz mídia estatal

A Guarda Revolucionária iraniana está permitindo a passagem de mais navios pelo Estreito de Hormuz, cujo tráfego foi praticamente bloqueado pelo Irã desde o início da guerra no Oriente Médio, no fim de fevereiro, afirmou nesta sexta-feira (15) a televisão estatal.

Por essa via marítima estratégica transitava, antes do conflito, cerca de um quinto dos hidrocarbonetos consumidos no mundo.

Na quinta-feira, a emissora havia indicado que autorizou a passagem de mais de 30 embarcações pelo estreito nas 24 horas anteriores, e a agência estatal Tasnim informou que "vários barcos chineses" conseguiram cruzá-lo.

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Lula diz que "assumiu responsabilidade" de segurar alta da gasolina

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) garantiu, nesta quinta-feira (14/5), durante entrega de unidades do Minha Casa, Minha Vida em Camaçari (BA), que o governo irá barrar o aumento dos combustíveis, mesmo com a alta no mercado externo, e disse que “assumiu a responsabilidade” de não repassá-lo ao consumidor. A fala ocorreu a menos de cinco meses para as eleições.

“A gente vai continuar trabalhando. Estão vendo a guerra do Irã? A guerra que o (presidente dos Estados Unidos Donald) Trump inventou. Essa guerra está aumentando a gasolina e o óleo diesel no mundo inteiro. Aqui, no Brasil, nós não vamos deixar aumentar, porque (o governo) assumiu a responsabilidade”, comentou ele.

O conflito entre os Estados Unidos e o Irã, mais especificamente o bloqueio do estreito de Ormuz, fez o barril de petróleo disparar acima de US$ 100. A Petrobras vinha sinalizando um aumento do preço da gasolina nas bombas e, na quarta (13), o Ministério de Minas e Energia anunciou a edição de uma medida provisória (MP) com subvenção de até R$ 0,89 por litro.

A MP busca tentar evitar que o aumento do preço da gasolina possa ser um empecilho à campanha de reeleição de Lula.  O mecanismo é previsto para ter a duração de dois meses, quando então será reavaliado. As compensações aos produtores e importadores será operacionalizado pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

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Declarado morto por bolsonaristas, Lula melhora a aprovação

Eleição não se ganha de véspera, mas houve quem gozasse precocemente a morte do governo Lula, quando o seu indicado, Jorge Messias, foi gongado pelo Senado Federal na tentativa de ser alçado ao STF. O quadro vendido era como se o Godzilla tivesse destruído o Palácio do Planalto como se Thanos erradicasse metade do PT, como se Freeza espancasse o presidente. Mas poucos se lembraram da máxima da grande filósofa Laerte: calma, gente. E, agora, a pesquisa Genial/Quaest aponta que o saldo negativo entre aprovação e desaprovação saiu de nove para três pontos em um mês.

Ou seja, o governo morreu, mas está melhor.

Apesar de Lula e Flávio Bolsonaro permanecerem tecnicamente empatados, Lula voltou a ultrapassá-lo numericamente. No último mês, aumentaram as notícias positivas e despencaram as negativas com relação ao governo. Além disso, 72% acham que o Desenrola 2 ajuda de alguma forma os endividados, e partiu de 17% para 21% o total que sentiu mais dinheiro no bolso com a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até 5.000 cascalhos por mês.

Não há mágica nisso. Lula está cavalgando a máquina, tal como fez seu antecessor na busca por reeleição. O governo tenta recompor a perda eleitoral entre as classes C, D e E com um conjunto de sinalizações que miram diretamente esses grupos.

Ontem, ele editou uma Medida Provisória eliminando a "taxa das blusinhas", aqueles 20% sobre compras do exterior de até 50 doletas. Medidas para garantir crédito a motoristas de plataformas, categoria que não morre de amores por Lula, também entram no cálculo. Essas duas podem ser sentidas a partir da próxima pesquisa. E a pauta do fim da escala 6x1, ainda em debate, mas que será aprovada, toca numa ferida aberta de quem trabalha no varejo, nos serviços, na agricultura — exatamente o público que Lula precisa reconquistar.

O recado das pesquisas, portanto, é duplo: o governo não morreu, mas também não foi aos céus. Está, por ora, sendo avaliado pelos eleitores, vivo o suficiente para incomodar a oposição, mas em uma posição que não permite comemorar. Com cinco meses pela frente e medidas de impacto direto no bolso ainda por serem sentidas, decretar qualquer vencedor agora é repetir o mesmo erro daqueles que cantaram vitória cedo demais no velório.


Sakamoto


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Governo anuncia subsídio de até R$ 0,89 para gasolina e R$ 0,35 para diesel

O governo federal anunciou hoje a edição de uma medida provisória (MP) concedendo subvenção (subsídios) aos produtores e importadores de gasolina e diesel. A intenção é minimizar os impactos da guerra no Oriente Médio sobre o preço dos combustíveis nos postos do Brasil.

Conceder uma subvenção de R$ 0,8925 por litro de gasolina significa que o governo vai pagar esse valor diretamente para as refinarias (produtores) e importadores do combustível. Na prática, a medida funciona como um subsídio financeiro.

"O nosso cenário inicial é uma subvenção parcial para gasolina de R$ 0,40, R$ 0,45 por litro", afirmou Bruno Moretti, ministro do Planejamento e Orçamento.

O combustível está desonerado de PIS e Cofins até 31 de maio. A partir de então, haverá a subvenção. "Preferimos pagar uma subvenção para que ele não repasse a preço o que eles pagarem de tributo", continuou Moretti.

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1 em cada 5 brasileiros diz já ter recebido oferta para compra de voto, diz pesquisa

Um em cada cinco brasileiros (22%) afirma já ter recebido oferta para vender o voto em alguma eleição, segundo pesquisa Ipsos-Ipec realizada em conjunto com o Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE) e divulgada nesta última segunda-feira (11). 

O levantamento faz parte da campanha “Voto não tem preço, tem consequências” e mostrou que a maioria dos entrevistados, ou seja, 62% da população, não se sente segura para denunciar o crime eleitoral, tampouco sabe como fazê-lo.

A pesquisa mostra que três quartos da população consideram a oferta de dinheiro uma forma de compra de voto. Segundo a socióloga Adelia Franceschini, consultora do levantamento, porém, essa não é a única maneira de abordar os eleitores. 

“Há muitas outras formas de compra de voto que não chegam nem a 30%, como oferecer consultas médicas, facilitar o acesso a benefícios sociais, oferecer churrasco ou festa, entre outras”, explica. 

“Temos dois problemas: um é a compra de votos em si, porque 22% já é muita gente. O outro é que cerca de 70% não entendem muitas moedas de troca como compra de voto, mas sim como um ‘favorzinho'”, afirma a socióloga.

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Pix já ultrapassa 5 bilhões de transações

Com o Pix superando a marca de 5 bilhões de transações mensais, o sistema consolidou-se como o motor da economia digital brasileira. No entanto, esse volume sem precedentes trouxe um desafio crítico: a infraestrutura que sustenta os fluxos financeiros não acompanhou a velocidade da adoção, expondo falhas críticas que antes passavam despercebidas. 

Por operar de forma instantânea e ininterrupta, o Pix impõe exigências rigorosas de disponibilidade e processamento em tempo real. Em ambientes de alta escala, como nos setores de telecomunicações e utilities, qualquer inconsistência na liquidação ou instabilidade sistêmica gera distorções financeiras imediatas e perdas recorrentes.

O cenário atual exige que as empresas migrem de processos manuais para uma gestão de fluxos baseada em automação e rastreabilidade ponta a ponta.

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