O palco foi um evento com diplomatas e correspondentes estrangeiros em Brasília. Diante da plateia, o senador associou a urna brasileira à Smartmatic, empresa citada na fraude eleitoral da Venezuela, e a documentos da CIA liberados pelo governo Trump. Pediu "transparência e observadores internacionais".
Disse que não questiona o sistema, mas questiona. Sem querer, querendo.
O TSE já havia respondido em nota no dia 8 de julho. A Smartmatic nunca forneceu urnas ao Brasil. A empresa perdeu a licitação de 2020 para a brasileira Positivo.
Ainda segundo o tribunal, o software e o projeto do equipamento são concebidos e geridos exclusivamente pela Justiça Eleitoral. A empresa venezuelana prestou apenas treinamento de suporte técnico. Nunca teve acesso ao código-fonte.
Não existe candidato que aposte na tese de fraude quando sobe nas pesquisas. A carta da urna é sempre a última do baralho. É a carta de quem já se vê fora do jogo.
Vida que segue...
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