Moraes nega novo pedido de prisão domiciliar a Bolsonaro, que deve voltar à PF

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou nesta quinta-feira (1º) um novo pedido de prisão domiciliar humanitária ao ex-presidente Jair Bolsonaro. O magistrado frisou que o ex-chefe do Executivo deve retornar à sede da Polícia Federal em Brasília para cumprir sua pena após a alta da internação no Hospital DF Star, prevista para ocorrer ainda hoje. 

O novo pedido de prisão domiciliar foi apresentado na última quarta-feira, 31, às 17h09. Nele, os advogados requeriam que o ex-presidente fosse para sua casa imediatamente após a alta hospitalar. No entanto, ao avaliar a solicitação, o ministro Alexandre de Moraes considerou que a defesa não apresentou “fatos supervenientes que pudessem afastar” as razões para a manutenção da prisão em regime fechado. 

O ministro também destacou que, “diferentemente do alegado pela defesa”, a condição de saúde de Bolsonaro não se agravou, mas sim houve um “quadro clínico de melhora dos desconfortos que estava sentindo, após a realização de novas cirurgias eletivas”. O ex-presidente passou por uma série de procedimentos nos últimos dias em seu nervo frênico, com o objetivo de amenizar suas crises recorrentes de soluços.

Moraes também ressaltou que todas as prescrições médicas indicadas como necessárias “podem ser integralmente realizadas na PF, “sem prejuízo à saúde” de Bolsonaro. Ainda não há previsão de horário para a alta do ex-presidente.

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Rachas e disputas ameaçam base e desafiam poder de Lula em 2026 no Maranhão

Sem dúvida, o estado que mais preocupa o presidente. A base lulista no Maranhão rachou após a saída da política de Flávio Dino, e não há mais diálogo entre os dois grupos fraturados. Pior: eles trocam farpas públicas, gerando um tensionamento evidente na base. 

Dois aliados de Lula lançaram nomes ao governo: o vice-governador Felipe Camarão (PT) e o secretário estadual Orleans Brandão (MDB), sobrinho do governador Carlos Brandão (sem partido).

Lula falou publicamente sobre o tema e tenta agir. Tentou-se chegar ao um nome de consenso, mas não houve acordo —e a tendência é que não haja até junho.

Enquanto isso, quem observa feliz a divisão é o prefeito de São Luís, Eduardo Braide (PSD), que lidera as pesquisas de intenção de voto até aqui.

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