Lula usa troca no Turismo para aproximar Motta e melhorar relação com a Câmara
Minuto Finanças _ Natal é sobre presença, não performance financeira
Esperança que invade. O Natal chegou Com sua luz sobre nós. Vamos o adorar (É Natal - Coral LAF kids).
O maior aprendizado financeiro dessa época do ano é simples, mas difícil de aplicar: você não precisa provar nada com o seu consumo.
A tentativa de agradar todo mundo costuma gerar frustração, dívidas e ansiedade — exatamente o oposto do que o Natal simboliza. Planejar, impor limites e fazer escolhas conscientes não diminui a celebração. Pelo contrário: traz leveza.
Educação financeira, especialmente no Natal, não é sobre gastar menos por obrigação. É sobre gastar melhor — e começar janeiro com tranquilidade.
Eis aqui meus votos de Feliz Natal.
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Pais de alunos se unem para comprar moto para porteiro de escola no interior do Ceará
A pandemia da violência contra a mulher
Essa violência não se limita ao ato físico. Ela se espetaculariza nas marcas deixadas no corpo feminino — mutilações, queimaduras, cortes — atingindo a estética e a dignidade da vítima. Como lembra Judith Butler, "o corpo é sempre um espaço político", e, quando brutalizado, expõe a vulnerabilidade criada por normas culturais de gênero que definem quem merece proteção e quem pode ser ferido. Ao atingir aquilo que culturalmente representa o feminino, a violência brutal reforça a lógica de controle e dominação, convertendo o corpo em território de poder e humilhação. Impõe à vítima uma identidade indelével, marcada pela dor.
Estamos em um momento ímpar para enfrentar essas questões. Quando a sociedade grita desesperadamente por uma solução, calar-se — individual ou institucionalmente — não é uma opção.
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"Congresso inimigo do povo",
Lula vê Motta sem rumo e teme ainda mais a Câmara em 2026, dizem aliados
Intimado a cassar Zambelli, Motta faz do teatro escárnio
Alvo da PF, ex-assessora de Lira que operava emendas viu 'torneira fechar' no governo Lula
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Heloísa Helena retorna ao Congresso após 18 anos para assumir vaga de Glauber Braga
Mesmo afastado, Glauber afirmou confiar plenamente na substituta. Segundo ele, apesar de não terem conversado nos últimos dias, a trajetória política e a coerência de Heloísa Helena garantem segurança durante o período de afastamento. “Tenho confiança na trajetória e na militância da Heloísa”, declarou o deputado.
Heloísa Helena possui uma história política marcada por embates internos nas legendas de esquerda. Fundadora da Rede Sustentabilidade e também uma das criadoras do PSol, ela deixou o PT em 2003 após confrontos com a condução do primeiro governo Luiz Inácio Lula da Silva. O rompimento ganhou força durante a votação da reforma da Previdência, que ela passou a criticar duramente, classificando o governo petista como “neoliberal”.
Na época em que se desligou do PT, Heloísa era senadora por Alagoas, cargo para o qual foi eleita em 1998. Ela permaneceu no Senado até 2007 e, em 2006, disputou a Presidência da República pelo recém-criado PSol. Naquele pleito, alcançou o terceiro lugar, com 6,85% dos votos válidos, resultado que consolidou sua projeção nacional.
Já na Rede, partido que integra atualmente, Heloísa Helena também protagonizou disputas internas, incluindo um embate direto com a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, pela liderança da sigla. A ex-senadora saiu vitoriosa daquela disputa, reforçando sua influência e peso político dentro do partido.
Formada em enfermagem e professora por carreira, Heloísa Helena tem uma trajetória ligada aos movimentos sociais e à política alagoana. Foi vice-prefeita de Maceió entre 1993 e 1995 e deputada estadual por Alagoas entre 1995 e 1999. Agora, retorna ao Parlamento pela via da suplência, em um cenário político distinto, mas ainda marcado pelos confrontos que sempre pautaram sua atuação.
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Motta chega à metade da gestão enfraquecido em semana de decisões erradas
Dosimetria da Câmara abrange corrupção e crimes sexuais e não passará
Frase do Dia
EUA retiram Moraes e esposa de lista da Lei Magnitsky
Em comunicado publicado nesta sexta-feira, o governo dos EUA retirou o nome do ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes da lista de pessoas sancionadas pela Lei Magnitsky.
Também foi retirado o nome de sua mulher, a advogada Viviane Barci de Moraes, e do Instituto Lex, ligado à família do ministro.
A decisão é do Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros do Departamento do Tesouro norte-americano.
As sanções da Lei Magnitsky foram impostas a Alexandre de Moraes pelo governo de Donald Trump no fim de julho. Em setembro, a lista passou a incluir também o nome de Viviane.
A Lei Magnitsky é um mecanismo previsto na legislação americana usado para punir unilateralmente o que são considerados violadores de Direitos Humanos no exterior. Entre outros pontos, a medida bloqueia bens e empresas dos alvos da sanção nos EUA.
Entre as sanções previstas estão o bloqueio de contas bancárias, de bens e interesses em bens dentro da jurisdição em solo norte-americano, além da proibição de entrada no país.
Ao aplicar a sanção a Moraes, o órgão do Departamento de Tesouro norte-americano acusou Alexandre de Moraes de violar a liberdade de expressão e autorizar “prisões arbitrárias”, citando o julgamento da tentativa de golpe de Estado e decisões contra empresas de mídia social americanas.
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Solidão institucional: Motta perde apoio na Câmara, no STF e no Executivo
A Geração Z recusa vida noturna, não prioriza álcool e acabou com o 'esquenta'
Mas, se a noite fica menos atrativa, é no dia que a Geração Z sai de casa. Neste cenário é que o mercado de cafeterias vê uma demanda pelas chamadas coffee parties, as festas matutinas.
Matheus Duarte, cofundador da Confeitaria Afagá, já produziu algumas dessas festas e diz que a tendência vem do mercado internacional, mas que a demanda tem crescido por conta de uma mudança de comportamento do público.
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Vice-líder do PL perde cargo por apoiar acordo que salvou Glauber Braga
Bibo contrariou o PL. Sóstenes orientou os parlamentares a votarem contra o acordo que converteu a cassação de Glauber em seis meses de suspensão (leia mais abaixo), na expectativa de buscar a deposição do psolista em votação posterior.
"Não tinha orientação de bancada", disse Bibo. Ele alegou que a opção pela suspensão foi uma "orientação pessoal" dele, com a qual a bancada já havia concordado, mas "depois mudaram" o posicionamento.
Sobre sua destituição do posto de vice-líder, falou que Sóstenes agiu "intempestivamente" e teve "reação sem fundamento". Bibo afirmou, no entanto, que ele e o líder do PL na Câmara vão conversar sobre o episódio. "Vamos ajeitar", concluiu.
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