Michelle x Allan dos Santos e Damares x Malafaia expõem racha bolsonarista
R$ 7 bilhões “perdidos”
Logo, 63,6% dos recursos que Lula tirou das emendas para atender os programas sociais, os deputados não conseguirão recuperar.
A revolta no Congresso é grande. E o ano está apenas começando.
Os deputados consideram que esse remanejamento é para compensar a execução de 65% das emendas até junho, de forma a irrigar as prefeituras antes do período oficial de campanha. O governo prometeu liberar, mas cobrou um pedágio.
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Maioria dos brasileiros tem imagem negativa de Bolsonaro, indica Quaest
Bolsonaro na Papudinha
Bolsonaro está na Sala de Estado Maior da Papudinha, determinou Moraes. Na Superintendência da Polícia Federal, ele também estava na Sala de Estado Maior.
Cela de Bolsonaro terá uma área total de 64,8 metros quadrados. Destes, 54,7 metros quadrados serão cobertos e os outros 10 metros quadrados serão de área externa. A infraestrutura inclui ambientes como banheiro, cozinha, lavanderia, quarto e sala.
Ministro determinou que Bolsonaro terá assistência integral de médicos particulares por 24 horas.
Moraes ainda manteve autorização para que Bolsonaro receba visitas da família.
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Damares cita igrejas em fraude do INSS, e Malafaia reage: 'Linguaruda'
Possível participação de igrejas "machuca muito", apontou Damares. "Quando se fala de um grande pastor, vem a comunidade: 'não falem, não digam, não investiguem, porque os fiéis vão ficar muito tristes'", afirmou. A declaração ocorreu durante entrevista ao SBT News, no último domingo.
Malafaia cobrou que a senadora apresente provas e os nomes das igrejas. "Ou a senhora dá os nomes ou a senhora é uma leviana linguaruda", disse o líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, em vídeo publicado nas redes sociais.
A senadora Damares apresentou os nomes dos pastores André Machado Valadão, César Bellucci do Nascimento, Péricles Albino Gonçalves, Fabiano Campos Zettel e André Fernandes, além de requerimentos específicos de quebra de sigilo envolvendo Valadão.
Após a divulgação da lista, Silas Malafaia voltou a se manifestar nas redes sociais e acusou Damares de generalizar acusações ao mencionar, de forma genérica, “grandes igrejas” e “grandes pastores” na entrevista que deu origem à controvérsia. Segundo o pastor, a relação apresentada pela senadora incluiria apenas um líder de maior projeção nacional, já citado anteriormente pela imprensa.
Na avaliação de Malafaia, as igrejas mencionadas não se enquadrariam como grandes denominações, o que, segundo ele, tornaria a declaração da senadora “leviana” e prejudicial à imagem da Igreja Evangélica de forma ampla. “A acusação foi leviana e denigre de maneira geral a Igreja Evangélica”, escreveu.
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Turismo brasileiro tem faturamento recorde de R$ 185 bi em 2025
O turismo brasileiro faturou R$ 185 bilhões de janeiro a outubro de 2025 e bateu recorde em valores já registrados no setor. Segundo levantamento mais recente da Federação do Comércio, Bens, Serviços e Turismo de São Paulo (FecomercioSP), com base em informações do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o ano passado foi histórico para o turismo brasileiro e consolidou uma trajetória de crescimentos consecutivos, especialmente na arrecadação.
Os dados da FecomercioSP mostram que o faturamento de 2025 foi o maior desde que a pesquisa começou a ser realizada, em 2011. Em comparação com o mesmo período de 2024, a alta foi de 6,4%. As informações são da Agência Brasil.
Praticamente todos os segmentos analisados tiveram avanços. O destaque ficou para o transporte aéreo de passageiros, que apontou um faturamento de R$ 48 bilhões, e uma alta de 10,2% na comparação com o período de janeiro a outubro de 2024. O setor de alimentação também aparece com bons números. O faturamento chegou a R$ 28,3 bilhões, nos dez meses de 2025, uma alta de 6,2% no mesmo comparativo.
O maior crescimento percentual ficou com o setor de alojamento, que, de janeiro a outubro, faturou R$ 22,6 bilhões. Um aumento de 11,2% em relação ao mesmo período de 2024.
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Você Sabia?
País polarizado e sem maioria: Meio/Ideia indica terreno instável para Lula em 2026
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Com Michelle, PL passa PSD e vira 2ª sigla que mais gasta com ala feminina
Quase três anos após a chegada da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro ao comando do PL Mulher, em março de 2023, o partido se tornou a 2ª legenda entre as maiores siglas do Congresso que mais gasta com sua ala feminina —atrás apenas do Republicanos. Os dados foram retirados da prestação de contas dos partidos ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral).
Orçamento do PL Mulher saltou de 0,5% dos gastos do partido em 2022 para 8% em 2025. No ano passado, a sigla gastou R$ 14 milhões com sua ala feminina, criada para "aumentar o número de filiadas, identificar candidatas com potencial de eleição e apoiá-las para que tenham sucesso", segundo site oficial.
Ultrapassado pelo PL Mulher, PSD Mulher representou 6% das despesas da sigla em 2025, com R$ 4,3 milhões em gastos. O percentual é igual ao do movimento Mulheres Progressistas, do PP. Em 2024, alas femininas representavam 1% dos gastos de PL e PSD. Diferentemente do PL, o PSD Mulher é menos conservador.
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Governo aposta em pautas sociais para driblar o Centrão
Nas últimas semanas de dezembro, Lula indicou em seus discursos qual será a direção do governo na reta final antes das eleições. Entre os projetos prioritários estão a regulamentação dos trabalhadores por aplicativo, principalmente entregadores, e o fim da escala 6x1.
Para o cientista político Lucas Fernandes, a deterioração da relação de Lula com o Congresso ocorreu de maneira diferenciada nas duas casas. Na Câmara, houve uma ruptura do Hugo Motta com o líder do PT, Lindbergh, contaminando a relação do Planalto com a Casa. No Senado, a indicação de Messias desagradou Davi Alcolumbre, não apenas pelo nome, mas pelo modo como a indicação ocorreu — segundo Fernandes, Alcolumbre teria sido avisado pelas redes sociais, sem receber um telefonema de Lula, sendo que o candidato preferido dele era Rodrigo Pacheco. "É um momento bastante tenso, e o governo precisa colocar o time de elite em campo para tentar reconstruir pontes", destaca Fernandes.
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"Missão de honra": O plano da oposição para voltar com a dosimetria
A oposição ao governo Lula transformou o veto integral ao projeto de lei da Dosimetria em seu principal instrumento de pressão política para a retomada dos trabalhos do Congresso. Nos corredores da Câmara e do Senado, o clima é de mobilização permanente. Líderes de partidos como PL, Republicanos e setores do Centrão já tratam a derrubada do veto como uma "missão de honra" para marcar o início do ano legislativo e impor uma derrota simbólica ao Planalto.
Segundo parlamentares que participam das conversas reservadas, a reação não foi improvisada. Desde dezembro, quando o Palácio do Planalto deixou claro que barraria o texto, dirigentes da oposição passaram a mapear votos e a alinhar discursos. "A gente já sabia que Lula ia vetar. Isso foi conversado dentro das bancadas ainda antes do recesso. A ordem agora é pressionar para votar o quanto antes e derrubar tudo", afirmou um deputado do PL envolvido diretamente nas articulações.
Nos bastidores, a avaliação é de que o governo escolheu deliberadamente elevar a tensão com o Congresso ao vetar um projeto que teve amplo apoio parlamentar. Para lideranças oposicionistas, o Planalto desconsiderou acordos políticos e ignorou a correlação de forças no Legislativo. "O recado foi claro: o governo não quer dividir poder, quer impor sua narrativa. Isso vai custar caro", afirmou.
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Desmatamento cai na Amazônia e no Cerrado
O Brasil encerrou 2025 com redução nos alertas de desmatamento na Amazônia e no Cerrado, segundo dados divulgadosontem pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Os números são do sistema Deter, utilizado como instrumento de monitoramento contínuo para orientar ações de fiscalização do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e de outros órgãos. Na Amazônia, a área sob alerta somou 3.817 km² no ano passado, uma queda de 8,7% em relação a 2024 e o menor índice registrado em oito anos. No Cerrado, foram 5.369 km², o que representa uma retração de 9% na comparação anual e o patamar mais baixo desde 2021.
Apesar do recuo, o impacto permanece expressivo. Juntos, os dois biomas perderam 9.186km² de cobertura vegetal em 2025, área equivalente a cerca de seis vezes o território da cidade de São Paulo. Este foi o segundo ano consecutivo de queda simultânea, após um ciclo de alta que atingiu níveis superiores a 10 mil km² em 2022. Em 2023, os alertas na Amazônia haviam sido reduzidos pela metade, enquanto em 2024 a retração foi de 19%, o que sinaliza desaceleração no ritmo de diminuição.
Em nota, o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMAMC) associa parte dessa desaceleração observada ao longo de 2024 à seca extrema e ao avanço de incêndios florestais, que elevaram os indicadores de degradação. Ainda assim, a pasta sustenta que a trajetória segue descendente.
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Inflação fecha 2025 em 4,26%, melhor resultado desde 2018
Com esse resultado, o índice fechou o ano dentro do teto da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), fixada em 3%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo, intervalo que permite variação entre 1,5% e 4,5%.
O desempenho de 2025 foi fortemente influenciado pelo grupo Habitação, que passou de uma variação de 3,06% em 2024 para 6,79% neste ano, exercendo o maior impacto no índice acumulado, de 1,02 ponto percentual. Na sequência, destacaram-se Educação, com alta de 6,22% e impacto de 0,37 p.p.; Despesas pessoais, que subiram 5,87% e contribuíram com 0,60 p.p.; e Saúde e cuidados pessoais, com variação de 5,59% e impacto de 0,75 p.p. Juntos, esses quatro grupos responderam por cerca de 64% da inflação do ano.
Segundo o gerente da pesquisa do IBGE, Fernando Gonçalves, o resultado anual de 2025 ocupa posição de destaque na série histórica. “Esse é o quinto menor resultado da série desde o plano Real, ou seja, nos últimos 31 anos. Antes dele, temos 1998 (1,65%), 2017 (2,95%), 2006 (3,14%) e 2018 (3,75%)”, afirmou.
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