Flamengo domina: Arrascaeta é Rei da América e Filipe Luís, melhor técnico

O Flamengo conquistou os dois maiores prêmios do tradicional Rei da América, título concedido pelo diário uruguaio El País desde 1986 ao melhor jogador sul-americano no ano.  Com 67,8% dos votos, o uruguaio Arrascaeta superou Lionel Messi (14,8%) do Inter Miami, time da Major League Soccer (MLS). Adrián Martínez (Racing) fecha o pódio com 5%.

 Arrascaeta repete os feitos dos uruguaios Antonio Alzamendi (1986), Ruben Paz (1988), Enzo Francescoli (1995) e Carlos Sánchez (2015). É a terceira vez que um jogador do Flamengo conquista o Rei da América. Gabriel Barbosa (2019) e Pedro (2022) antecedera Arrascaeta.

 Top 5 – Jogadores

  • Arrascaeta (179 votos) 67,8%
  • Lionel Messi (39 votos) 14,8%
  • Adrián Martínez (12 votos), 5%
  • Gustavo Gómez (5 votos), 2%
  • Erick Pulgar (3 votos), 1%

Entre os técnicos, Filipe Luís conseguiu 72% dos votos e foi eleito o número 1 na temporada contra 8,7% do treinador do Paraguai, o argentino Gustavo Alfaro; e 5,6% do compatriota dele Gustavo Costas, comandante do Racing na campanha do clube na Libertadores.

 O treinador rubro-negro entra na lista seleta de brasileiros vencedores do prêmio ao lado de Sebastião Lazaroni (1989), Telê Santana (1992), Luiz Felipe Scolari (1999 e 2002), Tite (2017) e Fenando Diniz (2023).

 Top 5 – Técnicos

  • Filipe Luís (191 votos), 72%
  • Gustavo Alfaro (23 votos), 8,7%
  • Gustavo Costas (15 votos), 5,6%
  • Lionel Scaloni (10 votos), 3,7%
  • Abel Ferreira (6 votos), 2,2%

 O Flamengo emplacou mais de meio time na seleção da temporada no sistema tático 3-4-3. O time ficou assim: Rossi; Danilo, Gustavo Gómez e Léo Pereira; Varela, Santiago Sosa, Pulgar e Arrascaeta; Flaco López, Adrián Martínez e Lionel Messi.

 Arrascaeta e Filipe Luís foram os protagonista de um Flamengo avassalador em 2025. O time carioca conquistou a Taça Guanabara, o Campeonato Carioca, a Supercopa do Brasil, o Campeonato Brasileiro, a Libertadores, o Desafio das Américas e a Copa Challenger. Faltou apenas o Mundial de Clubes.

Foi por pouco. O time rubro-negro empatou por 1 x 1 com o Paris Saint-Germain no tempo regulamentar e na prorrogação e perdeu nos pênaltis por 2 x 1 depois de Saúl, Pedro, Léo Pereira e Luiz Araújo desperdiçarem quatro cobranças na decisão disputada no Catar.


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